Esposa do prefeito de Pintópolis dirigia carro que atropelou e matou idosa; família cobra justiça

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Maria Evanilde Vieira Rosa, de 63 anos, morreu após ser atingida por um veículo em São Francisco. Prefeito Tinda confirmou que sua esposa, Josiane Ruas, estava ao volante. Polícia Civil investiga o caso. O atropelamento que terminou com a morte de Maria Evanilde Vieira Rosa, de 63 anos, ganhou forte repercussão após a confirmação de quem estava dirigindo o veículo: Josiane Ruas, esposa do prefeito de Pintópolis, Elton Carlos José de Souza, conhecido como Tinda. A tragédia aconteceu no último dia 6, na comunidade de Retiro, em São Francisco, onde era realizada a tradicional Festa do Milho. Maria Evanilde voltava para casa quando foi atingida e morreu no local. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, o veículo trafegava em alta velocidade e teria perdido o controle ao passar por um quebra-molas. Com a violência do impacto, a idosa foi arremessada. A motorista deixou o local sem prestar socorro. Um vídeo registrou o momento do atropelamento. O filho da vítima, José Adailson Vieira dos S...

Frigoríficos de Janaúba e também uma transportadora são alvo de busca e apreensão nesta quarta-feira (05)


Força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais, Receita Estadual e Polícia Militar deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (5/10), a operação Serápis, de combate ao crime de sonegação fiscal, no Norte do estado. Mandados judiciais de busca e apreensão e o bloqueio de bens estão sendo cumpridos na cidade de Janaúba, em cinco empresas frigoríficas e uma transportadora, além de duas pessoas físicas, entre mentores e beneficiados.

A suspeita é de envolvimento nos crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Durante o cumprimento da medida cautelar, houve a prisão em flagrante de um dos envolvidos.

Investigações
O esquema consistia na abertura de empresas em nome de terceiros ("laranjas"), desprovidos de patrimônio, de modo a manter uma blindagem patrimonial em relação ao verdadeiro empresário beneficiário da fraude.

De acordo com os coordenadores da operação, por não possuírem qualquer patrimônio, as empresas se sentem liberadas a promover a saída de mercadorias sem acobertamento fiscal. Assim, qualquer tentativa do Fisco em receber o ICMS sonegado por essas empresas acaba sendo infrutífera.

Somente contra uma das empresas envolvidas já existe crédito tributário constituído superior a R$ 5 milhões, por promover a saída de mercadorias sem emissão de notas fiscais. É possível e provável, conforme apontam as apurações, que sejam apreendidas provas que permitam a lavratura de novos autos de infração.

Serápis
O nome da operação faz referência ao deus Séraphis, uma divindade do Antigo Egito que tem o boi em uma de suas representações iconográficas.

A operação Serápis é realizada no âmbito do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e conta com a participação de dois promotores de Justiça, sete servidores da Receita Estadual e oito policiais militares.

Criado em maio de 2007, o Cira é uma iniciativa pioneira, que inspirou a criação de estratégias semelhantes em outros estados da federação. Por meio da articulação do Cira, o Ministério Público de Minas Gerais, a Receita Estadual e as Polícias Civil e Militar, ao longo de 15 anos, promoveram investigações de fraudes heterodoxas estruturadas, com significativos resultados para a recuperação de ativos para a sociedade mineira e na defesa da livre concorrência.

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