Saúde que chega a quem precisa: Varzelândia garante 90 exames especializados e amplia acesso da população

Imagem
Administração Do Povo Para o Povo fortalece a rede de saúde, reduz a espera por procedimentos e garante encaminhamentos para tomografias e mamografias em municípios da região Cuidar da saúde pública vai muito além do atendimento dentro das unidades. É garantir que cada paciente tenha acesso ao exame necessário, no momento adequado, para que a prevenção, a investigação e o diagnóstico aconteçam no tempo certo. E é justamente nesse caminho que a Prefeitura de Varzelândia, por meio da Administração Do Povo Para o Povo, do prefeito Amâncio Oliva, segue avançando. Em mais uma importante ação da Secretaria Municipal de Saúde, 90 pacientes de Varzelândia foram agendados e encaminhados para a realização de exames especializados fora do município, ampliando o acesso da população a procedimentos essenciais. Do total, 25 pacientes realizarão tomografias em Campo Azul, enquanto outros 65 foram encaminhados para mamografias em Brasília de Minas. Por trás de cada encaminhamento existe uma história, ...

TCU condena ex-prefeita de Pirapora por irregularidades em obra de revitalização ambiental


O Tribunal de Contas da União (TCU) julgou irregulares as contas da ex-prefeita de Pirapora, no Norte de Minas Gerais, Marcella Machado Ribas Fonseca, conhecida como Marcela de Warmillon (PSD). A decisão foi tomada por causa de irregularidades na aplicação de recursos federais para a revitalização de uma área ambiental no município, o Parque dos Ipês.

A sentença é do último dia 10 de junho, mas foi publicada no Boletim do Tribunal de Contas da União — o Diário Oficial do órgão — nessa segunda-feira (16).

A ex-prefeita foi responsabilizada pela omissão na continuidade dos serviços entre 2017 e 2020, período em que esteve à frente da prefeita. Ela foi multada em R$ 430 mil e condenada a ressarcir o erário em mais de R$ 2,8 milhões, em valores corrigidos.

O convênio tinha como objetivo a recuperação e a revitalização de uma Área de Preservação Permanente (APP), com o plantio de espécies nativas resistentes ao ciclo hidrológico, além da construção de infraestrutura para lazer, esportes e convivência.

O contrato, firmado em 2014, tinha vigência até 2021, com repasses efetivos da União que somaram R$ 1.373.450,83.

A decisão é fruto de uma Tomada de Contas Especial instaurada pela Caixa Econômica Federal e referendada pela 2ª Câmara do TCU, após análise da execução do Acordo de Cooperação Financeira.

Durante a execução, entretanto, o projeto foi paralisado e não atingiu funcionalidade mínima, segundo apontamentos técnicos e vistorias da Caixa Econômica Federal. Em inspeção mais recente, o Parque dos Ipês apresentava sinais de abandono, depredação e deterioração mesmo após anos de vigência e sucessivas prorrogações do contrato.

Jogo de empurra
A ex-prefeita alegou ter herdado um projeto em andamento e responsabilizou a gestão anterior, do ex-prefeito Leo Silveira (PSB), e a pandemia pelos entraves.

No entanto, a Corte entendeu que houve “omissão injustificável na continuidade das obras”, cujo status de execução era de 77%, mas ainda sem elementos essenciais para garantir sua funcionalidade.

Segundo o relator, ministro Augusto Nardes, a falta de medidas para finalizar a obra caracterizou “erro grosseiro”, nos termos da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), afastando a tese de boa-fé ou de meros obstáculos administrativos.

“Acerca da jurisprudência que vem se firmando sobre o tema, as decisões até o momento proferidas parecem se inclinar majoritariamente para a equiparação conceitual do ‘erro grosseiro’ à ‘culpa grave’. Para fins do exercício do poder sancionatório do TCU, tem-se considerado como erro grosseiro o que resulta de grave inobservância do dever de cuidado e zelo com a coisa pública”, registrou o relator.

Já o atual prefeito, Alexandro Costa Cesar (União Brasil), que assumiu o cargo em janeiro de 2021, foi excluído da responsabilização. O tribunal entendeu que, ao chegar à Prefeitura, o prazo do contrato já estava na reta final — com vencimento em fevereiro daquele mesmo ano —, e ele não teve tempo hábil para executar qualquer medida corretiva.

A decisão será comunicada à Procuradoria da República em Minas Gerais e à Caixa Econômica Federal.

A defesa da ex-prefeita ainda pode apresentar recurso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Janaúba vive manhã de terror com homicídio a tiros em via movimentada