Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Em Rio Pardo de Minas moradores são retirados de locais ilhados



(Por Michelly Oda, g1 Grande Minas) Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e a Prefeitura tiveram que fazer a retirada e o transporte de moradores de áreas alagadas de Rio Pardo de Minas (MG). Muitas dessas pessoas estavam ilhadas e precisavam se deslocar para fazer tratamentos médicos.

De acordo com o município, 17 residências foram interditadas e 64 pessoas estão desalojadas. Com o transbordamento do rio que corta a cidade, comércios e casas foram invadidas pela água.

“Inicialmente, trabalhamos de forma prioritária na remoção de algumas pessoas que apresentavam alguns quadros, principalmente pacientes que precisavam de tratamento de hemodiálise, pacientes com câncer, crianças com dificuldade respiratória e gestantes de 36 a 39 semanas, quase entrando em trabalho de parto”, fala o tenente Laércio Rodrigues Leite, do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo a Prefeitura, aproximadamente 30 comunidades rurais ficaram sem acesso e 40 pontes e passagens foram danificadas. Por conta disso, resgate está sendo feito com o uso de aeronaves.

“As águas diminuíram um pouco porque o tempo estabilizou e as chuvas deram uma trégua. A gente percebe pela Avenida Beira Rio que a água que atingiu um patamar de um metro nos imóveis já recuou bastante, mas nas comunidades rurais temos várias famílias ilhadas e várias pontes caídas, onde não é possível o acesso nem mesmo com embarcação, só com o apoio aéreo, que tem sido crucial e fundamental para a gente remover essas famílias e levar mantimentos, já que muitas famílias já estão passando fome.”

O tenente afirma que não foram registrados desabamentos na cidade, mas na zona rural muitas casas caíram.

“A gente teve que providenciar um abrigo temporário em algum outro morador local para que essas famílias passassem uma noite", explica.

No dia seguinte, com condições de tempo mais favoráveis e de acordo com a prioridade dos atendimentos realizados pela aeronave, foi possível trazer os moradores para locais seguros.

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