Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Montes Claros: PM diz que atirou em ato do PT após amiga gritar "Bolsonaro"; deputado relata outras duas ameaças de policiais

Dhiego Souto de Jesus, PM que atirou em ato do deputado Paulo Guedes em MG.
Créditos: Reprodução/Facebook

(Por Plinio Teodoro) O policial militar Dhiego Souto de Jesus, que atua na 3ª Cia da PM de Iturama, no interior de Minas Gerais, foi o responsável por efetuar ao menos um tiro durante campanha do deputado federal Paulo Guedes (PT-MG), que é candidato à reeleição, em Montes Claros, no norte do estado, na noite deste domingo (25) quando ocorreu o atentado. Segundo o parlamentar, foi o terceiro atentado de um policial armado durante atos de campanha na última semana.

Apoiador de Jair Bolsonaro (PL), o PM alegou em depoimento no boletim de ocorrência, a qual a Fórum teve acesso, que efetuou os disparos quando passava em meio à carreata e uma amiga que estava no banco de trás do carro - um Voyage branco - gritou "Bolsonaro": "momento em que três pessoas de moto fecharam o veículo em que estava o declarante, que este assustou, com medo de estarem armados, por terem colocado a mão na cintura, que efetuou um disparo com arma de fogo para cima, momento em que os indivíduos abriram o trânsito e o declarante conseguiu sair do local".

O PM foi preso, mas na manhã desta terça-feira (26) negociava o pagamento de fiança para responder em liberdade.

A versão de Dhiego Souto de Jesus, que atacou Lula e o PT em publicações no Facebook nas eleições de 2018 em campanha para Bolsonaro, é diferente da apresentada pelo deputado Paulo Guedes, que detalhou a ação do PM em seu depoimento.

Segundo o parlamentar, o atentado ocorreu por volta das 21h30, quando ele e mais três pessoas estava em um trio elétrico. O deputado diz que fazia discurso quando o PM passou dentro do carro, tirou o braço para fora e efetuou o disparo a cerca de 4 metros de distância de onde estava.

"Após o disparo, houve um tumulto generalizado, tendo o motorista acelerado o trio, segundo o veículo com a intenção de identificar o veículo", que foi abordado pelo assessor parlamentar Antônio Romeu.

Guedes ainda narrou à polícia duas outras tentativas de intimidação com armas que havia acontecido durante a semana em sua campanha, antes dos disparos efetuados por Dhiego Souto.

A primeira no bairro de Morrinhos, onde um policial civil apontou a arma a um apoiador "ameaçando-o, que não aceitava o povo do Lula passar na rua determinando acabar com o evento".

A segunda ameaça aconteceu no Bairro São Geraldo, na avenida Três Corações, quando um PM teria saído de casa e feito "gestos obscenos contra as mulheres, mostrando seus órgãos genitais e em seguida sacou a arma e efetuou 3 disparos para cima.

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