Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Montes Claros: PM diz que atirou em ato do PT após amiga gritar "Bolsonaro"; deputado relata outras duas ameaças de policiais

Dhiego Souto de Jesus, PM que atirou em ato do deputado Paulo Guedes em MG.
Créditos: Reprodução/Facebook

(Por Plinio Teodoro) O policial militar Dhiego Souto de Jesus, que atua na 3ª Cia da PM de Iturama, no interior de Minas Gerais, foi o responsável por efetuar ao menos um tiro durante campanha do deputado federal Paulo Guedes (PT-MG), que é candidato à reeleição, em Montes Claros, no norte do estado, na noite deste domingo (25) quando ocorreu o atentado. Segundo o parlamentar, foi o terceiro atentado de um policial armado durante atos de campanha na última semana.

Apoiador de Jair Bolsonaro (PL), o PM alegou em depoimento no boletim de ocorrência, a qual a Fórum teve acesso, que efetuou os disparos quando passava em meio à carreata e uma amiga que estava no banco de trás do carro - um Voyage branco - gritou "Bolsonaro": "momento em que três pessoas de moto fecharam o veículo em que estava o declarante, que este assustou, com medo de estarem armados, por terem colocado a mão na cintura, que efetuou um disparo com arma de fogo para cima, momento em que os indivíduos abriram o trânsito e o declarante conseguiu sair do local".

O PM foi preso, mas na manhã desta terça-feira (26) negociava o pagamento de fiança para responder em liberdade.

A versão de Dhiego Souto de Jesus, que atacou Lula e o PT em publicações no Facebook nas eleições de 2018 em campanha para Bolsonaro, é diferente da apresentada pelo deputado Paulo Guedes, que detalhou a ação do PM em seu depoimento.

Segundo o parlamentar, o atentado ocorreu por volta das 21h30, quando ele e mais três pessoas estava em um trio elétrico. O deputado diz que fazia discurso quando o PM passou dentro do carro, tirou o braço para fora e efetuou o disparo a cerca de 4 metros de distância de onde estava.

"Após o disparo, houve um tumulto generalizado, tendo o motorista acelerado o trio, segundo o veículo com a intenção de identificar o veículo", que foi abordado pelo assessor parlamentar Antônio Romeu.

Guedes ainda narrou à polícia duas outras tentativas de intimidação com armas que havia acontecido durante a semana em sua campanha, antes dos disparos efetuados por Dhiego Souto.

A primeira no bairro de Morrinhos, onde um policial civil apontou a arma a um apoiador "ameaçando-o, que não aceitava o povo do Lula passar na rua determinando acabar com o evento".

A segunda ameaça aconteceu no Bairro São Geraldo, na avenida Três Corações, quando um PM teria saído de casa e feito "gestos obscenos contra as mulheres, mostrando seus órgãos genitais e em seguida sacou a arma e efetuou 3 disparos para cima.

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