Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Com entrada de Janaúba, Minas Gerais passa a ser líder em produção de energia solar


O Estado de Minas Gerais assumiu ontem, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a liderança nacional na geração de energia solar fotovoltaica centralizada em operação – modalidade em que a energia é gerada em grandes usinas. O Estado responde sozinho por 22,37% de toda a potência outorgada neste modelo, com 1,44 GW em operação.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, tais resultados refletem “investimentos sólidos e constantes no setor, além da melhoria no ambiente de negócios voltados para energia sustentável, fortalecendo a cadeia produtiva da geração de energia solar e prospecção de investimentos voltados para esse tipo de energia’’.

Ainda segundo Passalio, este é o segundo maior setor de investimentos de 2019 para cá. Dos R$ 264 bilhões em recursos que vieram para Minas nos últimos quatro anos, mais de R$ 50 bilhões são para usinas solares. Este valor inclui também investimentos em energia solar distribuída, modalidade em que Minas também é líder nacional, com cerca de 2 gigawatts (GW) de energia solar fotovoltaica em operação nas residências, comércio, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos.

“O mais interessante é que temos mais de 16 GW já homologados. Ou seja, se com 3 GW nós já somos o primeiro lugar no Brasil, com o que está homologado nós seremos referência não só no Brasil, mas em todo o mundo, porque temos o ‘melhor sol’, incentivos fiscais, somos desburocratizados com licenciamento ambiental acelerado, enfim, temos todos os ingredientes para continuar atraindo investimentos para Minas por meio de energia limpa”, afirmou o secretário.

Caminho até o topo
De acordo com dados da Aneel, Minas iniciou o mês de setembro ocupando o 3º lugar no ranking de energia solar centralizada, com 1,038 GW em operação. O estado da Bahia detinha então o 1º lugar, com 1,35 GW, enquanto o Piauí ocupava o 2º lugar, com 1,24 GW.

Com a entrada em operação de oito empreendimentos em Pirapora e Janaúba, Minas Gerais ultrapassou os estados da Bahia e do Piauí, assumindo a liderança do ranking com 1,44 GW em operação, enquanto ambos os estados seguem com 1,35 GW e 1,24 GW, respectivamente.

Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, tais resultados refletem, dentre outros aspectos, os esforços empreendidos no âmbito do Projeto Sol de Minas, que conta com parceiros como a Cemig e a Invest Minas, com o objetivo de atrair investimentos para o Estado, melhorar o ambiente de negócios e aumentar a capacidade instalada de energia em Minas Gerais.

Investimentos no Norte
Tendo em vista o enorme potencial solar, principalmente, da região Norte do Estado, no último dia 27, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais pactuou com as empresas Sul Americana de Metais S.A. (SAM) e a CGN Brasil Energia e Participações S.A. a construção de um Parque Solar com capacidade instalada de 800 MW de energia, que irá gerar cerca de 2.500 empregos para a região.

Consumo nacional deve recuar mais de 4%
São Paulo – Temperaturas mais baixas em setembro em grandes capitais brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, motivaram uma queda do consumo nacional de energia elétrica, que deve encerrar o mês com retração de mais de 4%, segundo projeção mais recente do operador do sistema elétrico ONS.

Além do clima mais frio e chuvoso, que reduz o acionamento de ar condicionado, especialistas apontam que o comportamento da carga de energia vem sendo influenciado pelo crescimento modesto da atividade econômica e pela forte expansão da geração solar distribuída em telhados e fachadas, que não passa por monitoramento preciso do ONS.

Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) enviados à Reuters mostram que, em setembro até o dia 27, as temperaturas em grandes capitais brasileiras tiveram diferenças expressivas na comparação com igual mês de 2021.

Em São Paulo, a temperatura máxima foi de 21,6°C no mês, ficando 5,4°C abaixo do registrado ano passado. No Rio de Janeiro, a temperatura máxima, de 24,9°C, é 2,4°C inferior à de um ano antes.

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