Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

Imagem
Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

NORTE DE MINAS: FATURAMENTO COM GÁS PODE CHEGAR A R$ 4 BILHÕES POR ANO

As reservas de gás natural do subsolo da bacia do rio São Francisco, no Norte de Minas, podem garantir ao Estado passar da condição atual de comprador para fornecedor direto do insumo em cerca de 40 anos. As empresas e consórcios detentores de blocos na região começam a concluir estudos definitivos sobre volume e qualidade do gás da região no final de 2013.
Caso as expectativas sejam mesmo confirmadas, o gás natural depositado na região pode gerar faturamento próximo de R$ 4 bilhões por ano. Além disso, os royalties gerados com a exploração comercial do combustível injetariam cerca de R$ 200 milhões por ano nos cofres estaduais, mais do que a arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) rendeu para o governo de Minas em 2011 (R$ 181,4 milhões), sem considerar os repasses para municípios e União.
A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, apresentou à imprensa, quarta-feira, 4, na Cidade Administrativa, estudo feito pela Gas Energy que servirá de base para o desenvolvimento de um plano diretor que vai direcionar a exploração comercial do gás encontrado na região.
"O efeito imediato deste trabalho é acelerar a prospecção de gás na área e alinhar os esforços para fazer o que for necessário para implementar a infraestrutura da região e a destinação do gás", afirma a secretária. Segundo ela, caso o volume e as reservas sejam confirmados, "não há a menor dúvida de que isso significa uma mudança enorme para a economia do Estado".
Conforme o estudo feito pela Gas Energy, o potencial dos blocos da região pode gerar um fornecimento próximo de 40 milhões de metros cúbicos por dia, o suficiente para substituir, com sobras, o gás importado da Bolívia, por meio do gasoduto Bolívia-Brasil.

CUSTO
Outro efeito imediato de uma eventual confirmação dos volumes e da qualidade do gás no subsolo da região pode favorecer a indústria mineira. Hoje, a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) compra cada milhão de metros de BTUs de gás por cerca de US$ 10. E a previsão de custo máximo para a produção do insumo encontrado na bacia do São Francisco por milhão de BTUs é de US$ 5, metade do valor.
O estudo da Gas Energy serve de base para a identificação de potenciais investidores e consumidores, além de mapear a infraestrutura logística da região e a destinação do gás, seja diretamente, na geração de energia, ou para a atração de indústrias eletrointensivas.
Dorothea Wernech explica que o plano-diretor vai nortear as ações dos consórcios detentores de blocos na região, do governo ou dos dois juntos, para a captação de investidores. Ela destaca que os depósitos de gás na bacia do São Francisco também coincidem, em um pedaço, com a área da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), o que é mais um incentivo para atrair investimentos para região, uma estratégia do governo de Minas.
Os potenciais usuários do gás depositado na bacia do São Francisco estão divididos em dois grupos, a grosso modo. O primeiro é formado pelas empresas que usam o combustível no processo produtivo, como as indústrias de fertilizantes, química, ceramista e de ferro esponja, que pode substituir a sucata na fabricação de aço em forno elétrico.
O uso do gás para a geração de energia a partir de usinas termelétricas é o outro grupo com potencial para atrair aportes. Especialistas afirmam que para cada 2,5 milhões de metros cúbicos de gás natural podem ser gerados 500 megawatts de energia. E, segundo a secretária, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) tem amplos interesses na geração, transmissão e distribuição da energia do gás da região.
A extração de gás a baixo custo, com energia barata viabilizada de maneira que grandes consumidores possam ser autoprodutores, permitiria ao Estado retomar a rota de atração das eletrointesivas. No caso da indústria de ferro-ligas, que em relação à Nova Fronteira Minerária do Norte de Minas poderia adicionar mais valor econômico ao minério extraído na região. (DIÁRIO DO COMÉRCIO-Leonardo Francia)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Vídeo: tragédia em Porteirinha; disputa por herança resulta em tio assassinado por sobrinho em Tocandira