Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Esquema de desvio de dinheiro público envolvia 98 prefeituras

(InterTV) Ao todo, cinco pessoas foram presas durante a Operação Camaro, comandada pela Receita Federal e o Ministério Público, no início da semana no Espírito Santo. São o presidente e quatro consultores do instituto de gestão pública. A empresa se dizia sem fins lucrativos, mas arrecadou mais de R$40 milhões prestando serviços às prefeituras de todo o Brasil. Computadores e documentos recolhidos comprovavam a fraude.
O dinheiro, segundo as investigações, era usado na compra de carros de luxo, apartamentos e viagens internacionais para os sócios, o que é proibido em empresas sem fins lucrativos. Para não levantar suspeitas, alguns desses bens eram comprados em nome da empresa. A fraude começava no contrato entre a empresa e as prefeituras, que muitas vezes eram feitos sem licitação e com pagamento de propina.
A empresa prestava o serviço de consultoria tributária à 98 prefeituras de todo o Brasil. O Espírito Santo seria o estado com mais prefeituras participando do esquema, 33 no total.
No final do ano passado, a empresa capixaba foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Ipatinga. Os trabalhos foram iniciados após a suspeita de fraudes em sete itens previstos no contrato da Urbis com a prefeitura da cidade. No relatório final das investigações, apresentado em março deste ano, os vereadores concluíram que cinco dos itens eram irregulares.
O MG Inter TV mostrou o desdobramento das audiências da "CPI da Urbis". Segundo a comissão, a prefeitura teria feito pagamentos irregulares em torno de R$19 milhões à empresa. Até mesmo erros de português semelhantes nos editais das prefeituras de Ipatinga, Teófilo Otoni e Caratinga foram apresentados. O presidente da CPI, Aguinaldo Bicalho, acredita que o relatório final colaborou para as prisões no Espírito Santo.
Para a comissão, membros do governo municipal podem ser indiciados pela Polícia Federal.
O procurador geral do município, Heyder Torre, afirmou que as prisões dos representantes da Urbis não vai afetar a Prefeitura de Ipatinga. Ele disse que, antes do início da CPI, a administração municipal já movia uma ação civil pública pedindo o ressarcimento do contrato com a empresa do Espírito Santo.

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