Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Cidade teve desvio milionário

Montes Claros. Mais uma vez a Prefeitura de Montes Claros, no Norte de Minas, comandada pelo prefeito Luiz Tadeu Leite (PMDB), está na mira da Polícia Federal. Dessa vez, como aponta a operação Laranja com Pequi, deflagrada ontem, pelo menos R$ 6 milhões teriam sido desviados dos cofres públicos no esquema de fornecimento de merenda escolar pela Stillus Alimentação.
O esquema teria começado em 2009, após a administração municipal contratar a Iso Engenharia para avaliar a situação da merenda na cidade. A consultoria foi feita por Bruno Vidott, considerado o cabeça da quadrilha. Em apenas um dia, ele emitiu um relatório sobre uma vistoria em 150 escolas municipais e recomendou uma nova licitação. "A merenda, antes, era contratada de outra empresa, por R$ 2 milhões ao ano. Com esse relatório, o município passou a contratar a Stillus e a gastar R$ 12 milhões com a compra", denunciou o promotor Eduardo Nepomuceno.
Vidott, conforme a investigação, era o responsável pelos acertos na licitação fraudulenta e contava com a ajuda de servidores municipais para forjar as concorrências. Ao todo, cinco pessoas foram presas na cidade. Entre elas, o presidente do PMDB no município, vereador Athos Mameluque Mota, e a secretária de Educação, Mariléia de Sousa.
A situação política de Luiz Tadeu se complica a cada dia. Na semana passada, Montes Claros foi alvo da operação Máscara da Sanidade, também da PF. Com as denúncias, o prefeito anunciou que não vai tentar a reeleição. O outro pré-candidato natural do PMDB, até então, é o vereador preso ontem. Ninguém na prefeitura quis comentar o caso.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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