Varzelândia avança na saúde e prefeito Amâncio Oliva anuncia fase preparatória para construção do novo hospital

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A cidade de Varzelândia vive um momento histórico que simboliza esperança, progresso e compromisso com o bem-estar da população. A Prefeitura Municipal, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, realizará neste dia 07 de março de 2026, às 15h, a Solenidade do Ato de Anúncio da Fase Preparatória do Novo Hospital de Varzelândia, um passo decisivo para fortalecer a estrutura da saúde pública no município. O evento acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Guia, no Bairro Alto Flores, ao lado do CAPS Edvar Pereira da Silva, local escolhido para marcar simbolicamente o início de um projeto que representa um dos maiores investimentos estruturais na área da saúde já planejados para o município. Mais do que uma solenidade, o momento representa o início de uma nova etapa para a saúde de Varzelândia, com planejamento, responsabilidade administrativa e visão de futuro. A fase preparatória do novo hospital demonstra o empenho da atual gestão em construir s...

OITO MUNICÍPIOS DA REGIÃO TÊM RECURSOS DO PSF SUSPENSOS

Mais 307 municípios, entre eles oito do Norte de Minas, tiveram suspensos os recursos do Programa Saúde da Família (PSF) relativos aos incentivos da Estratégia Saúde da Família (ESF). A medida, por meio da Portaria Ministerial 806, do dia 25 de abril de 2012, atingiu 272 Equipes de Saúde da Família, 270 Equipes de Saúde Bucal e 1.882 Agentes Comunitários de Saúde que atuam no Saúde da Família. Da região, tiveram os recursos suspensos os municípios de Bonito de Minas, Cachoeira de Pajeú, Campo Azul, Chapada Gaúcha, Francisco Sá, Jaíba, Manga e São João do Pacuí. A decisão foi tomada a partir de irregularidades encontradas no cadastro de profissionais no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Comentários

  1. De acordo informações, um esquema que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal, funcionava da seguinte forma: Profissionais da saúde eram contratados para exercer seus serviços em PSFs, entre eles, médicos, enfermeiros e agentes de saúde, mas quando algum deles era demitido o lógico seria que seu nome recebesse “baixa” do sistema municipal acabando assim o vínculo empregatício, mas não era isso que ocorria. Os nomes destes profissionais mesmo após a demissão eram mantidos pela respectiva prefeitura sem os seus conhecimentos e a verba que chegava para custear as despesas com seus pagamentos eram então desviadas para outras finalidades que ainda serão descobertas. O “golpe na saúde” só era descoberto no momento em que o profissional seria cadastrado em PSFs de outros municípios.

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