Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

OITO MUNICÍPIOS DA REGIÃO TÊM RECURSOS DO PSF SUSPENSOS

Mais 307 municípios, entre eles oito do Norte de Minas, tiveram suspensos os recursos do Programa Saúde da Família (PSF) relativos aos incentivos da Estratégia Saúde da Família (ESF). A medida, por meio da Portaria Ministerial 806, do dia 25 de abril de 2012, atingiu 272 Equipes de Saúde da Família, 270 Equipes de Saúde Bucal e 1.882 Agentes Comunitários de Saúde que atuam no Saúde da Família. Da região, tiveram os recursos suspensos os municípios de Bonito de Minas, Cachoeira de Pajeú, Campo Azul, Chapada Gaúcha, Francisco Sá, Jaíba, Manga e São João do Pacuí. A decisão foi tomada a partir de irregularidades encontradas no cadastro de profissionais no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Comentários

  1. De acordo informações, um esquema que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal, funcionava da seguinte forma: Profissionais da saúde eram contratados para exercer seus serviços em PSFs, entre eles, médicos, enfermeiros e agentes de saúde, mas quando algum deles era demitido o lógico seria que seu nome recebesse “baixa” do sistema municipal acabando assim o vínculo empregatício, mas não era isso que ocorria. Os nomes destes profissionais mesmo após a demissão eram mantidos pela respectiva prefeitura sem os seus conhecimentos e a verba que chegava para custear as despesas com seus pagamentos eram então desviadas para outras finalidades que ainda serão descobertas. O “golpe na saúde” só era descoberto no momento em que o profissional seria cadastrado em PSFs de outros municípios.

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