Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Presa a mulher que traficava crianças do Norte de Minas

Capturada. Suspeita de negociar crianças foi investigada por dois meses até ser presa, anteontem
A suposta venda de um recém-nascido, natural de Montes Claros, no Norte de Minas, para uma mulher que estaria envolvida em tráfico internacional de crianças está sendo investigada pela Polícia Civil. A delegada Karine Costa informou que tomou conhecimento de que a pernambucana Maria José Rodrigues, 53, teria comprado o bebê de uma família carente por R$ 500. "Ainda não temos confirmação do caso, mas estamos investigando e tentando identificar quem é essa criança". A suspeita, que vinha sendo investigada em Minas há dois meses, foi presa anteontem em São Paulo, no momento em que iria pegar a recém-nascida com uma adolescente, de 17 anos. A menor seria mãe da criança.
Investigações feitas em São Paulo apontam que a mulher levaria o bebê para a Europa. "A criança seria enviada para a Itália. A mulher presa é brasileira, mas tem documentos italianos. As denúncias apontavam que a mulher convencia gestantes em comunidades pobres a entregar os bebês com a promessa de dar uma vida melhor a eles", disse o delegado paulista Márcio Martins Mathias.
Ainda de acordo com a delegada, as investigações começaram depois de denúncia anônima de que a mulher estaria tentando conseguir crianças em comunidades pobres na cidade de São Francisco, também no Norte de Minas. "Ela se aproximava das famílias dizendo que tomaria conta das crianças e que daria suporte financeiro aos menores".
Segundo a delegada, em São Francisco, Maria José Rodrigues não teria conseguido obter crianças, mas o fato de ter ido à região várias vezes e abordar as famílias levantou a suspeita sobre o possível tráfico internacional de crianças. "Ela é casada com um italiano, já é reincidente neste tipo de crime e sempre procurava crianças", afirmou a policial.
Ainda segundo a delegada, as investigações continuarão em parceria com equipes de São Paulo. O objetivo é localizar pelo menos outras quatro pessoas que estariam envolvidas no esquema. "Ela (suspeita) tem mais contatos em Minas, mas ainda não sabemos se essas pessoas são de Minas ou de São Paulo".
A suspeita foi ouvida em São Paulo. Policiais brasileiros tentam, com a ajuda de investigadores na Itália, localizar o marido da suspeita. Ele também deverá ser interrogado. (Com agência)

Suspeita fazia registros falsos de recém-nascidosBelo Horizonte. Aos policiais paulistas, a adolescente que entregaria o filho em troca de R$ 500 contou que Maria José Rodrigues prometeu que iria assumir a guarda da criança clandestinamente. A suspeita, segundo a adolescente, reafirmava a todo momento que iria garantir uma vida melhor à criança. Em Minas Gerais, a delegada Karine Costa teve informações de que a suspeita tentava fazer registros falsos para crianças que comprava.
Os encontros entre a suspeita e a adolescente foram acompanhados por investigadores ainda no hospital, onde aconteceu o parto. Devido a complicações pós-parto, a adolescente precisou ficar internada por 15 dias.
A mãe do bebê teria confirmado à polícia que tinha intenções de entregar a criança à suspeita e revelou aos investigadores o nome de outras pessoas que teriam intermediado o contato entre ela e Maria José. A adolescente foi levada para a Fundação Casa, antiga Febem, e a criança ficou sob os cuidados do Conselho Tutelar.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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