Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Porteirinha: Desembargadora nega pedido de habeas-corpus de Eustáquio Júnior, que permanece preso



(Portal Serra Norte) A situação de Eustáquio Júnior, braço direito de Juracy Freire, prefeito de Porteirinha pelo terceiro mandato, segue bastante complicada perante a justiça. Após ser preso em flagrante pelo Promotor Renan Levenhagen Pelegrini por usurpação de função pública qualificada, crime previsto artigo 328 do Código Penal, no dia 27/01, e ter sua liberdade provisória negada pelo Juiz da comarca de Porteirinha, Sr. Rodrigo Fernando Di Gioia Colosimo, em audiência de custódia realizada no dia 28/01, a defesa impetrou recurso liminar no Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, instância superior, solicitando a sua soltura imediata por habeas-corpus. Porém, a defesa teve seu pedido negado pela Desembargadora plantonista neste sábado, 29/01, Dra. Kárin Liliane de Lima Emmerich e Mendonça, que manteve a prisão preventiva determinada pelo juiz da comarca de Porteirinha.

A defesa de Eustáquio Júnior alegou em sua petição que o paciente, termo jurídico usado para identificar quem está impetrando à ação, teve sua prisão em flagrante decretada de maneira arbitrária, uma vez que o mesmo não estava exercendo função de Secretário de Fazenda no momento em que recebeu voz de prisão do Promotor, e que, ainda de acordo com a defesa do paciente, a decisão do juiz que converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva era "despida de fundamentação idônea". Traduzindo para linguagem popular, significa dizer que o juíz não estaria dizendo a verdade dos fatos em seu despacho. A defesa também alegou que Eustáquio Júnior é acometido de enfermidade grave, e que por isso necessita de medicação diária. E que o mesmo, por ser réu primário, possuir bons antecedentes, endereço fixo e trabalho lícito, estaria assim apto a ser beneficiário de tal decisão de liberdade provisória.

Segundo despacho da Desembargadora, em sua fundamentação decisória, a "precariedade da documentação apresentada pela defesa, e a necessidade de maior apuração dos fatos ora apresentados", justifica a manutenção da prisão preventiva, até que se juntem todos os documentos para melhor elucidação dos fatos narrados e, assim, seja feito o julgamento definitivo do recurso.

Traduzindo numa linguagem mais acessível à população leiga, a magistrada disse nos autos que as justificativas apresentadas pela defesa de Eustáquio Júnior não se sustentavam, uma vez que nem mesmo a Folha de Antecedentes Criminais, nem a Certidão de Antecedentes Criminais e nem outro documento qualquer que comprove a situação de enfermidade dele foi apresentada. E que, diante da gravidade da situação, se faz necessário ouvir as autoridades envolvidas, tanto na prisão em flagrante, que é o Promotor, quanto na conversão de prisão em flagrante em prisão preventiva, que é o juiz, para que sejam esclarecidos os pontos apresentados pela defesa em sua petição inicial. E que, também, sejam apresentados os documentos que comprovem tais alegações feitas pela defesa.

Por ora, Eustáquio Júnior continuará preso, até que o mérito do recurso seja julgado em definitivo. Tal julgamento acontecerá após apresentação das provas e esclarecimentos solicitados pela magistrada desembargadora.

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