Cavalgada histórica marca anúncio do futuro hospital e reforça nova fase de desenvolvimento em Varzelândia

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Varzelândia viveu um dos momentos mais simbólicos de sua história recente no último dia 7 de março, quando as comemorações pelos 63 anos do município ganharam um capítulo especial de tradição, emoção e esperança. A cavalgada comemorativa, que percorreu as ruas da cidade reunindo cavaleiros, amazonas e famílias inteiras, transformou-se em um verdadeiro encontro do povo varzelandense com suas raízes e, ao mesmo tempo, com o futuro que começa a ser construído. Promovido dentro da proposta da Administração “Do Povo Para o Povo”, o evento reforçou o compromisso da gestão do prefeito Amâncio Oliva em valorizar a cultura local, fortalecer a união da comunidade e apresentar, de forma transparente, os avanços e projetos que estão moldando uma nova realidade para o município. Ao longo do percurso, o clima era de celebração. Crianças, jovens, adultos e idosos acompanharam a cavalgada que, mais do que um evento festivo, tornou-se uma demonstração de pertencimento e orgulho pela história da cidade....

Grande virada do líder 100%

Novos tempos. Muito contestado pela torcida no ano passado,
Guilherme (dir.) comemora gol marcado ontem ao lado de Neto Berola
O Atlético passou momentos de sufoco ontem na Arena do Jacaré e viu o Nacional-NS ficar à frente do placar duas vezes. Mas os homens de frente do Galo evitaram o pior. Em tarde inspirada, Guilherme e André comandaram a virada do time alvinegro, que venceu por 4 a 2, pela sexta rodada do Mineiro, e manteve os 100% de aproveitamento na competição, e consequentemente, a liderança.
André (2), Guilherme e Marcos Rocha fizeram para a equipe dona da casa, enquanto Alex Maranhão e Éder balançaram as redes a favor do clube de Nova Serrana. Dono de 18 pontos do Estadual, o Atlético volta suas atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, o time da capital estreia no torneio nacional contra o Cene-MS, em Dourados.

O jogo. Em menos de dois minutos, o lateral-direito Marcos Rocha desempenhou os papéis de vilão e herói. Aos 11 min, o atleta cometeu uma falta boba em cima de Éder dentro da área. Pênalti, que Alex Maranhão converteu. No minuto seguinte, porém, o camisa 2 atleticano se redimiu da falha, ao acertar um balaço no canto superior direito de Ranieri e fazer 1 a 1.
O Galo sufocava o Nacional, mas não transformava a pressão em gols. Atuando como meia, Carlos César errava bastante. Sem muita velocidade no ataque, o time da capital usava e abusava das bolas aéreas e dos tiros de longa distância para tentar virar.
Por sua vez, a equipe de Nova Serrana se segurava atrás e contra-atacava com muito perigo. A má pontaria de ambos os lados foi determinante para o empate no primeiro tempo.
No intervalo, Cuca tirou Carlos César e colocou Mancini, ovacionado pela torcida ao pisar no gramado. Com mais qualidade no meio-campo, o Galo partiu para cima tão logo começou a segunda etapa, mas esbarrava na barreira imposta pelos visitantes.
E quando menos esperava, o alvinegro sofreu um duro golpe, quando Éder recolocou o Nacional em vantagem, aos 11 min. A resposta não tardou. Aos 14 min, André recebeu passe primoroso de Guilherme e deixou tudo igual. E, após dar uma bela assistência, o camisa 11 botou o Galo na frente. Aos 23 min, Guilherme finalizou para o fundo das redes. Acuado, o Búfalo assistia o Atlético jogar. Aos 27 min, André selou a vitória.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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