Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Espinosa quer se consolidar como pólo têxtil

(InterTV) Espinosa, no extremo norte de minas, quer se consolidar como um pólo têxtil. Atualmente são 73 confecções na cidade, segundo a secretaria municipal de desenvolvimento econômico o crescimento do setor gera reflexos positivos em outros ramos de atividade.
A modelagem das roupas é feita no computador, o passo seguinte é colocar o molde sobre 400 tiras de tecido, de todas as cores. O corte é preciso e praticamente não há perdas.
No estoque da industria têxtil da cidade são quase 100 mil peças, que serão enviadas para 22 estados do país. De acordo com o secretário municipal de desenvolvimento econômico, Isaías Oliveira, são 73 confecções na cidade.
O município de Espinosa tem cerca de 31 mil habitantes. De acordo com a Associação Comercial e Empresarial da cidade, 10% da população está empregada na confecção. a previsão é que em cinco anos este índice chegue a 25%. Emprego no ramo não falta, mas havia um gargalo: a falta de qualificação, mas isso começou a mudar.
Na cidade se instalou uma unidade móvel de qualificação onde se ensina o ofício de costurar. Oportunidade para 200 alunos. Em uma turma são 20 mulheres, elas serão as primeiras a se formar. Mesmo antes de terminar o curso, uma das alunas já conseguiu emprego.
Os reflexos do crescimento do setor aparecem em outras áreas, como na hotelaria. Segundo o gerente, Natalino Barbosa, o hotel investiu em uma ampliação, o perfil do hóspede está ligado a confecções.
Atualmente são produzidas 200 mil peças por mês nas confecções de Espinosa.

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