Varzelândia zera filas de ultrassonografia e tomografia e amplia acesso a exames na rede pública

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Gestão do prefeito Amâncio Oliva anuncia atendimento de mais 55 pacientes nesta semana e destaca marca de 11.644 radiografias realizadas em apenas oito meses A saúde pública de Varzelândia segue apresentando resultados importantes na ampliação do acesso da população a exames e diagnósticos. A Prefeitura, por meio da Administração Do Povo Para o Povo, comandada pelo prefeito Amâncio Oliva, intensificou os atendimentos e anuncia agora uma conquista significativa: a fila de espera por exames de ultrassonografia será zerada. Nesta semana, mais 55 pacientes serão atendidos com ultrassonografias. Com a realização desses procedimentos, o município informa que conseguirá atender toda a demanda que estava aguardando pelo serviço. O resultado se soma a outro avanço relevante alcançado pela gestão: a fila de espera para tomografias também já foi zerada, proporcionando maior agilidade na investigação de problemas de saúde e permitindo que pacientes tenham acesso mais rápido aos diagnósticos necess...

Ministério Público oferece denúncia contra investigados da operação Laranja com Pequi

Pelo menos 11 funcionários do poder público estariam envolvidos no desvio de verbas
O Ministério Público de Minas Gerais ajuizou nessa terça (21) ação de improbidade e ofereceu denúncia criminal contra alguns investigados na operação "Laranja com Pequi", em Montes Claros, no Norte de Minas.
A operação "Laranja com Pequi", desencadeada em diversos municípios mineiros no dia 26 de junho deste ano, cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão provisória para contribuir com as investigações já em andamento sobre fraudes em licitações ligadas ao fornecimento de alimentação em presídios e órgãos públicos e de merenda em escolas.
Em Montes Claros, as investigações, abertas em dezembro de 2009 e com mais de três mil páginas, apontaram atos de improbidade geradores de enriquecimento ilícito e de dano ao erário, nos quais estariam envolvidas 11 pessoas, entre as quais o prefeito, um dos seus assessores especiais, a atual secretária de Educação, a ex-secretária Adjunta de Educação, além de dois servidores (ex-pregoeiro e assessor jurídico) do setor de compras da Prefeitura e de sócios e funcionários das empresas Stillus e Isoengenharia.
A operação desarticulou um esquema fraudulento na concorrência para o fornecimento de refeições nas escolas municipais da cidade. Com isso, a prefeitura teve que cancelar o contrato com a Stillus Alimentação Ltda. e antecipar o recesso escolar por falta de comida.
De acordo com os magistrados, as investigações sobre a merenda escolar não deveriam ter atrapalhado a volta às aulas em Montes Claros. Independentemente das investigações, a Prefeitura deveria ter elaborado licitação para contratar outra empresa em fevereiro, já que o contrato com a Stillus venceria no fim de junho.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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