Educação avança em Janaúba sob gestão de Zé Aparecido e consolida novo momento no município

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A educação pública de Janaúba tem vivido um período de importantes avanços sob a liderança do prefeito Zé Aparecido. Com a diretriz “O Futuro é Agora, a Prosperidade Chegou”, a atual administração municipal tem colocado o setor educacional no centro das políticas públicas, promovendo uma série de investimentos estruturais e pedagógicos. Entre as principais ações, destacam-se a reforma e ampliação de unidades escolares da rede municipal, garantindo melhores condições de ensino e aprendizado para alunos e profissionais da educação. As intervenções têm contemplado desde melhorias físicas até a modernização dos espaços, criando ambientes mais adequados e acolhedores. Outro ponto de destaque é a distribuição de kits escolares completos e uniformes para os estudantes, medida que contribui diretamente para a permanência dos alunos em sala de aula e para a redução das desigualdades. A iniciativa também representa alívio financeiro para as famílias, ao mesmo tempo em que fortalece o vínculo dos...

Com placa de Janaúba, veículo utilizado em atos antidemocráticos está na mira do STF

Esdras Jonatas dos Santos, em foto publicada nas redes sociais — Foto: Instagram/ Reprodução
Cristiano Reis na Avenida Raja Gabaglia, em BH — Foto: Instagram/ Reprodução

(Por g1 Minas) A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) identificou duas pessoas que se destacaram nas manifestações antidemocráticas, contra o resultado das eleições, realizadas em frente ao Comando da 4ª Região Militar do Exército, na Avenida Raja Gabaglia, no bairro Gutierrez, na Região Oeste de Belo Horizonte, desde o dia 31 de outubro.

Em relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), assinado pelo comandante-geral da PMMG, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, consta que "não há liderança clara frente às manifestações, em que pese duas pessoas destacarem-se, Cristiano Rodrigues dos Reis e Esdras Jonatas dos Santos".

Ainda segundo o documento, Cristiano é "conhecido por ser um dos líderes do Movimento Direita BH", enquanto Esdras "é visto com maior frequência sobre o trio elétrico interagindo com o público".

A PM também identificou um veículo de som "comumente utilizado nas manifestações". A placa é de Janaúba, no Norte de Minas Gerais.

Cristiano Rodrigues dos Reis se identifica nas rede sociais como diretor comercial de uma empresa e líder do movimento "Direita BH", de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao g1, ele disse que não está participando de movimentos na Avenida Raja Gabaglia, em frente ao Exército, mas, nesta terça-feira (15), feriado da Proclamação da República, postou uma foto na via.

O movimento que ele lidera também já publicou várias imagens dos protestos na Raja e, inclusive, divulgou um convite para os atos do dia 15.

"Eu só coordenei a campanha de rua do Bolsonaro, mas não tenho participado efetivamente dessas manifestações. A gente compreende que essas manifestações não têm realmente a pauta necessária para resolver esse impasse. Essa turma que fica na porta de quartel pedindo intervenção militar, essa turma, na verdade, nem sabe o que está falando. A nossa pauta, que somos lideranças de movimento, é falar do processo eleitoral. Nós entendemos que não houve lisura no processo", disse Cristiano.

O resultado das urnas registrou o desejo da maioria dos brasileiros e não teve caso de fraude detectada, inclusive pelas Forças Armadas.

O g1 Minas entrou em contato com Esdras Jonatas dos Santos, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Nas redes sociais, ele já publicou diversos vídeos, em dias diferentes, dos atos com intenções golpistas na Avenida Raja Gabaglia, em que as pessoas pedem intervenção militar no governo, uma afronta à Constituição e à democracia. Em algumas das imagens, ele aparece em cima do trio.

Em nota, a Polícia Civil disse que não localizou nenhuma ocorrência envolvendo Cristiano ou Esdras.

Já a Polícia Federal afirmou que "não divulga nomes de eventuais investigados, assim como não se manifesta sobre procedimentos ou investigações".

A PM e o Ministério Público de Minas Gerais não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.

O relatório
O relatório da PMMG foi enviado após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar que as polícias dos estados informassem se identificaram líderes dos atos antidemocráticos.

O texto, que não cita o endereço das manifestações, diz que a atuação da PM "se deu desde a eclosão dos primeiros eventos", com o objetivo de "alcançar a efetividade da lei e a garantia da ordem pública" e "prevenir cometimentos de infrações penais, civis e/ou administrativas de todas as ordens".

O documento cita cinco boletins de ocorrência registrados no local das manifestações até o dia 9 de novembro, por agressão, extravio de documentos, furto de celular, direção com suspeita de embriaguez e outro sobre uma pessoa que teria tentado "passar pelos manifestantes acelerando a motocicleta".

"Cabe ressaltar que durante as manifestações têm respeitado o direito de ir e vir não havendo bloqueio de via. O policiamento de trânsito realiza o controle no local, sendo mantido ao menos uma pista liberada para circulação dos veículos", diz o relatório.

Nesta terça-feira (15), no entanto, os manifestantes, com intenções golpistas, fecharam totalmente a Avenida Raja Gabaglia nos dois sentidos.

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