Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Norte de Minas Gerais é reconhecido oficialmente como produtora do mel de aroeira



Após estudos, o governo do Estado identificou a região do Norte de Minas Gerais como produtora do mel de aroeira. O reconhecimento acontece por meio da publicação da Portaria nº 1.909 do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Para reconhecer a identificação geográfica, o IMA considerou a área contínua com presença da aroeira, a condição climática favorável e a presença de arranjos produtivos de apicultura no Norte de Minas.

O mel de aroeira é um tipo de mel de abelha Apis mellifera, muito característico do Norte de Minas. Ele leva esse nome porque as abelhas retiram os recursos para a produção desse mel da planta Myracrodruon urundeuva, um tipo de aroeira, vegetação predominante em regiões de mata seca.

O estudo desenvolvido por pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed) – Fabiana Ribeiro Viana, Luiz Simeão do Carmo e Esther Margarida Alves Ferreira Bastos – evidenciou o potencial do mel de aroeira produzido no Norte de Minas para uso terapêutico, contribuindo para a agregação de valor e comercialização.

“A denominação de origem, neste caso, é um grande diferencial, porque há estudos científicos reconhecendo as características específicas do mel produzido nessa região e comprovando que este tipo de mel traz benefícios à saúde humana”, explica a fiscal agropecuária do IMA Miriam Souza Pinto de Alvarenga.

Após o reconhecimento pelo Estado, o pedido de indicação geográfica vai ser enviado para avaliação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Minas Gerais já tem a Denominação de Origem do café do cerrado, da cachaça de Salinas e dos queijos Canastra e do Serro.

Preservação
– A pesquisa também buscou indicar o potencial econômico da exploração comercial para beneficiar a região, já que a apicultura é uma importante fonte de recursos financeiros para as famílias locais. Além da valorização socioeconômica, o estudo ainda destaca o aspecto da preservação da vegetação, que passa a ser mais valorizada e cuidada para produzir o mel.

O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Funed, com recursos parciais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas (Fapemig). A pesquisa também contou com o apoio financeiro e logístico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Banco do Nordeste, da Codevasf e da Emater.

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