Varzelândia avança na saúde e prefeito Amâncio Oliva anuncia fase preparatória para construção do novo hospital

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A cidade de Varzelândia vive um momento histórico que simboliza esperança, progresso e compromisso com o bem-estar da população. A Prefeitura Municipal, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, realizará neste dia 07 de março de 2026, às 15h, a Solenidade do Ato de Anúncio da Fase Preparatória do Novo Hospital de Varzelândia, um passo decisivo para fortalecer a estrutura da saúde pública no município. O evento acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Guia, no Bairro Alto Flores, ao lado do CAPS Edvar Pereira da Silva, local escolhido para marcar simbolicamente o início de um projeto que representa um dos maiores investimentos estruturais na área da saúde já planejados para o município. Mais do que uma solenidade, o momento representa o início de uma nova etapa para a saúde de Varzelândia, com planejamento, responsabilidade administrativa e visão de futuro. A fase preparatória do novo hospital demonstra o empenho da atual gestão em construir s...

Biocélula usa baratas para gerar eletricidade

São Paulo - Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve relataram sucesso na operação de inserir eletrodos capazes de gerar eletricidade no sangue abdominal de baratas fêmeas.
A descoberta é mais uma na lista de tentativas de criar insetos como robôs autônomos. Isso porque os compostos químicos do corpo de insetos podem ser convertidos em eletricidade e fornecer energia para sensores, câmeras ou até mesmo para controlar o próprio inseto. Colocar um equipamento eletrônico em um inseto também é uma forma simples de observar a natureza e monitorar o meio ambiente.

O combustível é produzido de acordo com o que as baratas comem. Isso porque a alimentação delas é capaz de gerar eletrólito, substância capaz de originar íons positivos e negativos quando dissociada e ionizada pela adição de um solvente. A partir de então, torna-se um condutor de eletricidade.

Daniel Scherson, químico da Case Western Reserve, acredita que drenar energia química de um inseto é uma fonte promissora de energia porque o inseto irá se alimentar quando as baterias estiverem fracas.

De acordo com o comunicado divulgado pelos pesquisadores, a biocélula movida a baratas produziu cerca de 100 microwatts por centímetro quadrado, a 0,2 volts. Ela decaiu apenas 5% após 2 horas e meia de operação. Já a densidade máxima foi de 450 microamperes por centímetro quadrado.
O próximo passo dos cientistas é miniaturizar a biocélula para que ela seja implantável e permita que a barata ande e voe depois do implante. Então, o inseto equipado com um sensor poderá medir a quantidade de um gás tóxico em um ambiente, transmitir a informação, desligar e recarregar a bateria por uma hora e, então, recomeçar o processo.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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