Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Em Porteirinha, com cheia do Rio Mosquito, mais de 100 casas ficam alagadas


(Por Marina Pereira, Daniel Cristian, g1 Grande Minas) Mais de 100 casas foram alagadas em Porteirinha, no Norte de Minas Gerais, por conta do aumento do volume de água no Rio Mosquito.

O nível do rio começou a subir na tarde dessa segunda-feira (4) depois que uma forte chuva de 150 mm atingiu o município de Serranópolis de Minas, que fica a cerca de 20 km da cidade. A cheia do Rio Mosquito em Serranópolis de Minas também provocou alagamentos em pelo menos oito casas.

Segundo a Defesa Civil de Porteirinha, os bairros mais atingidos foram o Renascença, Beira Rio e Vila Guará. Antes da chegada da água, os moradores foram retirados das áreas de risco e uma força-tarefa foi montada para salvar animais, móveis e outros objetos. Um alerta foi emitido pela Defesa Civil no início da manhã.

“Quem tinha carro, quem tinha casa mais no alto disponibilizou para os moradores daqui [bairros atingidos] estarem retirando, então o movimento foi maior. Na última enchente, foi uma correria maior e muitas pessoas perderam mais coisas por não ter condições e nem estar sabendo do que iria acontecer”, disse o morador Henrique Alves Oliveira.

Em 2021, o g1 mostrou que o Rio Mosquito transbordou e deixou ruas e casas debaixo d’água. Na época, a força da água que avançou rapidamente pegou os moradores de surpresa, deixando 50 famílias fora de casa.

A Defesa Civil informou, nesta terça-feira (5), que o nível do Rio Mosquito baixou e as famílias começaram a retornar para as casas, e estão iniciando os trabalhos de limpeza. Uma família está desabrigada porque a estrutura da casa ficou comprometida após a abertura de uma cratera ao lado do imóvel.

Equipes da Defesa Civil estão visitando os bairros para avaliar os estragos.

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