Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

101 municípios de Minas Gerais decretaram emergência em período de estiagem

(InterTV) Seu Manoel Ferreira tenta enxergar longe: o produtor espera pela chuva. Ele preparou quatro hectares de terra para receber as sementes de quiabo. A semeadura estava prevista para o início do mês passado. Não foi possível por causa da estiagem. A colheita prevista para abril deve atrasar 30 dias.
Próximo está seu Alexandre Oliveira. De sua área de dez hectares, deveriam sair, por semana, quase 800 quilos de jiló. Deveriam, pois com o tempo seco parte da lavoura queimou. Sua salvação é um pequeno córrego que passa dentro da sua propriedade. Ele utiliza a água para irrigar a plantação.
O pasto seco, em tom marrom, reflete outro problema: a queda na produção de leite. Pequenos criadores de gado, como seu Francisco de Oliveira, não conseguem retirar do campo a quantidade de alimento suficiente para sustentar a produtividade do gado. No mesmo período do ano passado, eram produzidos 120 mil litros de leite diários. Atualmente não passam de 50 mil litros. Também teve que apostar na irrigação, para não deixar faltar alimentos ao gado.
De acordo com dados da Emater de Minas Gerais, 101 municípios decretaram estado de emergência. Já são quase dois meses sem chuva.
No histórico de Minas, o veranico, variava entre sete a dez dias sem chuva. Nos últimos três anos, tem estendido para 25 a 35 dias. Neste ano, no Leste de Minas, Norte e Nordeste, a estiagem já passa de 55 dias. Situação considerada crítica.
A estiagem provoca prejuízos em cadeia. Um exemplo vem de um laticínio. A compra da bebida foi 20% menor nos últimos dois meses. A produção de derivados do leite como doces, iogurtes, queijos, acaba prejudicada.
Por causa do leite mais caro, o repasse tem que ser feito ao consumidor. E, a solução para tantos problemas, vem dos céus.

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