Estradas recuperadas garantem mais mobilidade e qualidade de vida em Varzelândia

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A Prefeitura de Varzelândia, por meio da Secretaria Municipal de Transportes, continua avançando com importantes ações de recuperação e manutenção das estradas vicinais, fortalecendo a mobilidade rural e garantindo mais segurança para a população. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a Administração Do Povo Para o Povo tem intensificado os investimentos em infraestrutura, assegurando melhores condições de tráfego em diversas comunidades do município. No primeiro episódio do quadro “Estradas em Foco”, a administração municipal apresentou os serviços realizados na estrada que liga a sede de Varzelândia à comunidade de Brejo do Mutambal. A via recebeu uma ampla manutenção com o apoio das máquinas e equipes da Secretaria Municipal de Transportes, resultando em melhorias significativas para motoristas, produtores rurais, estudantes e moradores que utilizam diariamente o trecho. Com os trabalhos concluídos, a estrada encontra-se em excelentes condições de tráfego, proporcionando mais s...

Ex-prefeito no Sul de Minas é condenado à prisão por abrir loteria de forma irregular

Ex-prefeito de Três Pontas, no Sul de Minas, Antônio Carlos Mesquita (PDT), foi condenado pelo Tribunal de Justiça em Minas Gerais (TJMG) a cumprir prisão em regime semi aberto durante três anos e seis meses, junto a um secretário de administração – irmão do político – e um analista de sistemas da prefeitura. Segundo ação do Ministério Público no estado (MP) o prefeito contratou a empresa Fartura Alimentação Empreendimentos e Marketing S/C Ltda e um analista de sistemas sem licitação para instalar central telefônica em uma agência lotérica da cidade, além de terem feito compra superfaturada. O ato causou prejuízo de R$ 134.579,43 aos cofres públicos.
Para o relator do processo, ajuizado em 2002, Adilson Lamounier, houve o desvio da finalidade na criação da loteria, mencionada no contrato como garantir de verba para a seguridade social, “ pois a lei que autorizou a criação dessa previa que a prefeitura não poderia arcar com gastos”. O relator considerou ainda que o analista de sistemas deve ser responsabilizado, “uma vez que todo aquele que contribui para a prática de infração penal incide nas mesmas penas”.
Uma ação civil pública já havia sido instaurada pelo Ministério Público, em setembro de 2001, quando os réus foram condenados a devolver R$ 134.579,43,aos cofres públicos.




Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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