Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Complexo solar Janaúba terá 20% da sua produção consumida pela Vivo



A Vivo fechou um acordo com a Elera Renováveis para consumir 20% da produção do Complexo Solar Janaúba, instalado em Minas Gerais. A gigante de telecomunicações passou a ser sócia do empreendimento, em uma modalidade conhecida como autoprodução de energia elétrica.

A empresa será dona de quatro usinas que somam 237 megawatts-pico (MWp), energia suficiente para abastecer mais de 200 unidades consumidoras da Vivo em média tensão.

Com 112 milhões de acessos fixos e móveis, a Vivo tem na energia elétrica um insumo essencial na prestação dos serviços, com um consumo médio de 1.800 GWh hora/ano. A entrada em autoprodução reduz a dependência na aquisição de energia no mercado livre e torna a empresa menos suscetível a variações do setor. Cerca de 76% do consumo energético da corporação provém do mercado livre.

A autoprodução tem crescido no Brasil, pois a energia se torna mais barata na medida em que há a isenção do pagamento de uma série de encargos setoriais que encarecem o custo da eletricidade.

“A autoprodução em média tensão consolida nossa estratégia voltada ao desenvolvimento sustentável e melhores práticas ESG, que inclui o uso de energia renovável e a implantação de usinas de geração distribuída, que já somam 62 unidades, de fontes solar, hídrica e de biogás, em operação por todo o país”, disse por meio de comunicado o diretor de Patrimônio, Logística e Compras da Vivo, Caio Guimarães.

Considerado um dos maiores complexos solares da América Latina, o Complexo Solar Janaúba é operado pela Elera Renováveis, empresa do grupo canadense Brookfield. A usina tem capacidade instalada de 1,2 gigawatts-pico (GWp) e conta com 20 parques em uma área equivalente a 4.300 campos de futebol. No total, foram instalados 2,2 milhões de painéis solares e a Vivo passou a ser dona de 440 mil placas.

Segundo o vice-presidente Comercial e de Novos Negócios da Elera, a parceria com a Vivo reforça o compromisso com a agenda de transição energética da companhia.

“A construção do maior complexo solar das Américas é um marco histórico para o Brasil e para nossa empresa. O complexo que entrou em operação este ano evita a emissão de mais de 740 mil toneladas de CO2 por ano, e ajuda os nossos clientes a atingirem suas metas de descarbonização de forma competitiva. Parcerias duradouras como a da Vivo são um exemplo de como consumidores de energia podem se tornar autoprodutores”, disse também através de nota.

Desde 2015, a Vivo disse que mantém metas ambientais voltadas à redução de emissões de gases causadores do efeito estufa. Em novembro de 2018, tornou-se a primeira empresa do setor com energia 100% proveniente de fontes renováveis, tanto em função do projeto de geração distribuída, em baixa tensão, quanto pela energia obtida no mercado livre.

O restante do consumo da companhia oriundo do mercado regulado é compensado com os I-RECs (International Renewable Energy Certificates), de fonte eólica.

Segundo a Vivo, o uso de energia renovável contribuiu para redução de 88% das suas emissões diretas de CO2 no período entre 2015 e 2022, e viabilizou à empresa um importante avanço para neutralizar suas emissões.

A empresa é neutra em carbono em emissões diretas. Como parte do grupo Telefônica, tem como objetivo atingir zero emissões líquidas até 2040, considerando toda a sua cadeia de valor.

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