Janaúba: comunicamos o falecimento do senhor Bonifácio Batista de Oliveira

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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Bonifácio Batista de Oliveira. A família comunica que o velório está acontecendo na residência situada na Rua São Felipe, N 147, bairro São Lucas em Janaúba. O sepultamento será neste sábado, 18 de abril, às 16h30m, no Cemitério Campo da Paz, bairro São Lucas em Janaúba.

Em Unaí, autoproclamado ‘Homem de Deus’ e mais 26 são denunciados por pirâmide financeira com criptomoedas


(JP Agora) O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) anunciou a denúncia de 27 indivíduos envolvidos em uma sofisticada pirâmide financeira baseada em criptomoedas, centrada no município de Unaí. Liderado por uma figura que se autodenominava “homem de Deus”, o esquema foi montado de forma a prometer lucros exorbitantes a seus investidores.

O grupo criminoso, que atuava sob as fachadas das empresas Embaixador Investimentos e Embaixador Bank, está agora sob a mira do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo Paracatu. Desde maio de 2022, quando foi deflagrada a Operação Mercadores do Templo, a análise dos suspeitos se intensificou, resultando nas recentes denúncias.

Os acusados enfrentam graves acusações, incluindo estelionato, crime contra a economia popular, gestão fraudulenta, e organização criminosa. Até o momento, já foram identificadas 98 vítimas do esquema.

A estratégia criminosa envolvia um apelo religioso, utilizando passagens bíblicas, jargões religiosos e até músicas gospel para atrair e persuadir as vítimas. As promessas de retorno financeiro chegavam a 8,33% ao mês para pessoas físicas e 10% para jurídicas, números que revelaram-se completamente ilusórios.

O grupo, cuja atuação foi comparada às notórias “Esquemas Ponzi” ou pirâmides financeiras, teve vários de seus bens apreendidos. A apreensão incluiu veículos de luxo como Jeep Compass, BMW M3 Competition, BMW X7, Mercedes Benz, além de R$ 2,6 milhões em criptomoedas e o bloqueio de mais de R$ 2,1 milhões das contas dos denunciados.

O MPMG também solicitou a prisão preventiva de quatro dos acusados, inclusive do líder do grupo criminoso, e a alienação antecipada dos bens apreendidos. A prisão foi pedida devido à potencial interferência nas investigações, através de intimidação de testemunhas e pessoas ligadas ao processo.

A operação Mercadores do Templo e as investigações subsequentes lançaram luz sobre uma organização criminosa habilidosa e complexa. A denúncia serve como um lembrete severo dos riscos inerentes a investimentos não regulamentados e da importância da diligência e da desconfiança saudável ao considerar oportunidades financeiras aparentemente atrativas.

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