Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Em Montalvânia homem é indiciado por crimes sexuais contra 10 meninos; abusos eram filmados e vítimas dopadas, aponta investigação


(Por Marina Pereira e Michelly Oda, g1 Grande Minas) A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o presidente do Conselho de Segurança (Consep) do município de Montalvânia, no Norte de Minas Gerais, por crimes sexuais praticados contra dez meninos.

O investigado foi preso preventivamente no dia 2 de agosto, conforme noticiou o g1, e permanece no presídio de Manga. Segundo a Polícia Civil, a maioria das vítimas tinha entre 13 e 16 anos, e em alguns casos, os abusos ocorreram até os 18 anos.

Em entrevista coletiva, realizada nesta sexta-feira (25), o delegado Theles Bustorff explicou que o investigado escolhia jovens que viviam em situação de vulnerabilidade social e alguns chegaram a morar na casa dele.

“O investigado se aproveitava dessa vulnerabilidade social para poder atrair as vítimas oferecendo presentes, ajuda. Então, elas acabavam começando a frequentar a casa dele. [...] Quanto mais vulneráveis eram as vítimas, mais violência elas sofriam”.

As investigações apontaram que as vítimas eram dopadas com remédios, embriagadas e algumas faziam uso de drogas.

“Uma das vítimas disse que ele usava rivotril, que tinha um vidrinho guardado na geladeira e quando ele queria fazer alguma coisa pegava o vidrinho e dopava a vítima. Além do rivotril, ele tinha costume de embriagar as vítimas. [...] Nós identificamos também que o investigado chegou a oferecer maconha para três vítimas”.

O delegado esclareceu que os abusos eram filmados e as imagens eram usadas como forma de chantagear as vítimas.

“Nós tivemos acesso por meio das nuvens digitais dele e localizamos um extenso material de pornografia infanto-juvenil. Tem vídeos das vítimas, fotos e filmagens delas desacordadas no quarto”.

Ainda conforme o delegado, após saber das investigações, o homem “tentou se blindar e aproximou-se de todo o setor da segurança pública de Montalvânia", se tornando presidente do Consep. Antes, ele atuou como orientador social do Cras e agente de saúde.

Investigação
A investigação teve início quando uma das vítimas procurou à polícia e contou que foi abusada dos 13 aos 18 anos. Atualmente, o jovem está com 21 anos.

“No caso dessa vítima que denunciou, ele se aproveitou de uma situação na qual o adolescente ficou muito vulnerável e foi chamado para morar com ele. Inicialmente, o investigado dopava o adolescente e ele acordava sentindo dores. Diante disso, começou a achar estranho e quando foi questionar, o investigado mostrou um vídeo que havia feito, praticando os abusos e disse que se ele parasse de frequentar a casa, todo mundo iria saber. [...] Depois que fez essa chantagem, ele começou a praticar os abusos com o menino, já acordado”, disse o delegado Theles Bustorff.

Além dos abusos, o adolescente também foi usado pelo suspeito para trabalhar vendendo salgados nas ruas.

“Ele ficava horas trabalhando e não recebia nenhuma remuneração. Por isso, nós entendemos que nesse caso, ele reduziu a vítima a condição análoga a de escravo”.

Após essa denúncia, foram identificadas mais nove vítimas, mas a Polícia Civil não descarta a possibilidade de existirem mais.

“É muito importante que as demais vítimas que ainda não nos procuraram ou não tomamos conhecimento, nos procure, nos relate. Nós estaremos lá para acolhê-las e para fazer com que esse investigado pague pelo que ele fez”, alertou o delegado.

O g1 procurou o advogado Alano Alves Carneiro, que representava o investigado até a data da prisão, mas ele informou que não está mais no caso e a reportagem não conseguiu identificar quem é o novo defensor.

Em nota, a Prefeitura de Montalvânia informou que “não compactua com quaisquer atos ilícitos envolvendo seus servidores ou quem quer que seja, e que irá aguardar o desenrolar das investigações para tomar as providências necessárias”.

Indiciamento
O inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça com o indiciamento do investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, estupro, importunação sexual, tráfico de drogas, condição análoga a trabalho escravo e por posse e produção de pornografia infanto-juvenil.

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