Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Na zona rural de Francisco Dumont homem é resgatado em condições análogas à escravidão





(Por g1 Grande Minas) Um homem, de 57 anos, foi resgatado em condições análogas à escravidão nesta sexta-feira (22) na zona rural de Francisco Dumont.

Ele foi localizado após a Polícia Militar receber uma denúncia sobre as condições em que ele trabalhava em um sítio. A informação era de que o proprietário prometeu pagar R$ 300 e a alimentação. Além da PM, a ocorrência mobilizou uma psicóloga do município e o Ministério do Trabalho.

Segundo a PM, o homem relatou que conheceu o patrão em 2021, em Bocaiuva. Antes de ser caseiro, trabalhou para ele em uma farmácia e em um local que vendia espetinhos. Em junho, foi chamado para trabalhar no sítio.

Após ser contratado, o homem disse ainda que foi levado pelo patrão para o cartório da cidade para ser reconhecido legalmente como locatário da propriedade com a justificativa de que o documento serviria para evitar vínculo empregatício. Ele afirmou nunca ter recebido uma cópia do contrato.

O homem também contou que nunca recebeu o valor combinado e as cestas básicas, chegando a passar fome. Ao notar que ele não tinha nenhum mantimento, um policial providenciou uma cesta básica.

Conforme o registro da PM, o local onde a vítima vivia não tinha energia elétrica, água e nem banheiro, suas necessidades fisiológicas eram feitas no mato.

Após ser retirado do sítio, ele recebeu atendimento no serviço social do município e foi encaminhado provisoriamente para outro lugar.

O Ministério Público do Trabalho fez contato com o dono da propriedade rural, que afirmou estar em Sete Lagoas e disse que iria se apresentar posteriormente para esclarecer os fatos.

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