Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Delegado de Janaúba que deixou de fazer flagrante é ameaçado de punição

Delegado Breno Barbosa e o investigador Alexsandro Custódio
durante audiência (foto: Oliveira Junior)
(Por Girleno Alencar) O delegado Breno Barbosa de Oliveira, de Janaúba, que deixou de lavrar a prisão em flagrante de Gilson Rocha Divino, acusado de assassinar Paulo Henrique Alves Campos, pode ser punido. A Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa decidiu acionar a Corregedoria da Polícia Civil para averiguar os motivos pelo qual o delegado se recusou a cumprir a lei. O caso acirrou ainda mais os ânimos entre as polícias Civil e Militar em Janaúba. O assassinato ocorreu no dia 15 de março, na área do Projeto Jaíba.
Durante audiência pública realizada nesta segunda, em Janaúba, o delegado argumentou que deixou de fazer o flagrante por entender que juridicamente não ficou configurada a situação, pois a prisão foi dois dias depois do assassinato. Porém, no dia 20, o acusado foi preso preventivamente pelo próprio delegado, que requereu a medida junto à Justiça de Manga. A medida foi tomada depois que a Assembleia Legislativa decidiu investigar a questão.
No dia 15, Gilson assassinou o colega Paulo Henrique na área irrigada do Projeto Jaíba, em Moçambinho, usando um “podão”, equipamento que corta cachos de bananas.
Gilson alegou que Paulo tentou matá-lo e apenas revidou. Ele guardou a arma do crime e afirmou que a lambeu para sentir o gosto do desafeto. No dia 17, o acusado foi preso e levado até a Delegacia de Polícia em Janaúba, a 112 quilômetros, mas acabou liberado na madrugada do dia 18, pois o delegado não apareceu. O investigador Alexsandro Custódio dos Santos liberou o preso.
Na audiência da Comissão de Segurança, ontem, a delegada regional Gessiane Cangussu lamentou o fato, dizendo que foi uma questão institucional e ressaltou que os policiais civis trabalham com sacrifício.
“Somos guerreiros e trabalhadores e não somos preguiçosos”, afirmou a delegada. Ela externou a sua indignação com o fato de o caso ter chegado às redes sociais, quando poderia ter sido contornado.
O delegado Breno Barbosa desmente que não havia delegado de plantão e cita que momentos antes havia efetuado um flagrante.

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