Tragédia na “BR da Morte”: caminhoneiro morre após violenta colisão na BR-251, em Salinas

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Acidente no trecho da Ponte Nova deixou carreta pendurada sobre ribanceira e carro capotado; motorista ficou preso às ferragens e morreu no local A BR-251, em Salinas, voltou a ser cenário de uma tragédia nesta segunda-feira (31). Em mais um grave acidente na rodovia que ficou conhecida na região como “BR da Morte”, um caminhoneiro perdeu a vida após uma colisão envolvendo uma carreta e um carro de passeio. O acidente aconteceu no km 351, em um trecho conhecido como Ponte Nova, e deixou uma cena impressionante. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, com a violência do impacto, o automóvel capotou, enquanto a carreta tombou sobre a barreira de proteção da ponte e ficou perigosamente pendendo em direção à ribanceira. Dentro da cabine estava o caminhoneiro. Preso entre as ferragens, ele foi avaliado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas já não havia possibilidade de salvamento. O médico constatou a morte ainda no local. Salinas novamente marcada por tr...

Aécio usa mais verba para ir ao Rio que a Belo Horizonte

Senador Aécio Neves 
Representante de Minas, o senador Aécio Neves (PSDB) fez para o Rio de Janeiro 63% das viagens bancadas pela verba de transporte aéreo (VTA) do Senado. Desde o início do mandato, o presidenciável pagou com dinheiro público 83 voos, dos quais 52 começaram ou terminaram na capital fluminense. Na maioria dos casos, embarca rumo ao Aeroporto Santos Dumont, o mais próximo da zona sul da cidade, onde passou parte da juventude, cursou a faculdade, mantém parentes e costuma ser visto em eventos sociais.
O Senado pagou R$ 33,2 mil pelos voos a partir do Rio ou para a capital fluminense. Dos 25 que aterrissaram ali, 22 foram feitos de quinta a sábado; dos 27 que decolaram, 22 saíram entre domingo e terça.
Capital do Estado que elegeu Aécio e para o qual, oficialmente, o tucano dedica seu mandato, Belo Horizonte foi origem ou destino de 23, ou 27% do 83 voos feitos desde 2011. É menos da metade das viagens com chegada ou partida no Rio. Segundo a prestação de contas, a frequência de Aécio em Belo Horizonte foi inferior à de Zezé Perrella (PDT), colega na bancada mineira, que assumiu o cargo seis meses depois do tucano, em julho de 2011. Por ora, ele pediu reembolso de 47 passagens, das quais 39 ou 83%, referentes a Belo Horizonte. Ocupante da terceira cadeira de Minas no Senado, Clésio Andrade (PMDB) não voou com verba da Casa, segundo sua prestação de contas.
Segundo a assessoria de imprensa do Senado, a verba de passagens aéreas pode ser usada em todo o território nacional, desde que para "atividades parlamentares". O valor a que cada parlamentar tem direito corresponde a cinco voos mensais entre Brasília e a capital do Estado que o elegeu - no caso de Minas, é de R$ 13,4 mil. Como o natural é que cada senador tenha a maioria dos compromissos parlamentares no Estado que representa, essa é a referência.
O gabinete de Aécio alega que o senador tem residência fixa em Brasília, Belo Horizonte e Rio, onde residem sua filha e sua família, e onde passa os fins de semana. Sua assessoria sustenta que ele tem atividades como "parlamentar e agente político" nas três cidades. Mas não informa quais foram os compromissos de Aécio no Rio. O Estado enviou a lista dos voos na quarta-feira solicitando o detalhamento, mas não obteve resposta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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