Asfalto chega ao Boqueirão da Lagoa: Prefeitura de Varzelândia executa 2 quilômetros de pavimentação e leva mais infraestrutura à zona rural

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A transformação da infraestrutura rural de Varzelândia ganha mais um importante capítulo. A comunidade de Boqueirão da Lagoa está recebendo 2 quilômetros de pavimentação asfáltica, em uma obra realizada pela Prefeitura Municipal, na administração “Do Povo Para o Povo”, do prefeito Amâncio Oliva. A iniciativa representa um avanço para a mobilidade dos moradores e reforça os investimentos em melhorias nas condições de tráfego na zona rural do município. O trabalho em execução demonstra a atenção da gestão municipal às necessidades das comunidades rurais, onde a qualidade das estradas tem influência direta na rotina das famílias, no deslocamento dos trabalhadores e no transporte da produção agropecuária. Com a implantação do asfalto, a expectativa é proporcionar mais conforto, segurança e melhores condições de circulação para quem utiliza diariamente o trecho contemplado. Gestão de Amâncio Oliva leva infraestrutura para mais perto da população rural A pavimentação de 2 quilômetros em Boqu...

Norte de Minas sediará Polo de Confecções

O município de Espinosa, no Norte de Minas, deverá sediar até 2014 um novo polo industrial do setor de confecções. O projeto foi apresentado, nesta terça-feira (30), pelo empresário Lucivaldo Barros Lima ao presidente do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI), José Frederico Álvares, e ao secretário de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira (SEDVAN), durante assinatura de protocolo de intenção para a expansão da Indústria e Comércio de Confecções (Amil Confecções).
Com investimento próprio e em parceria com a Prefeitura de Espinosa, o empresário Lucivaldo Barros Lima iniciou a implantação do Distrito Industrial que sediará o novo polo, que deverá abrigar as 65 confecções e facções já existentes no município. “A ideia de criação do polo surgiu não só para agregar todas as empresas do setor e direcionar a industrialização e comercialização de artigos do vestuário e de cama, mas também para incrementar a economia da cidade. Nossa ideia, inclusive, é criar pontos de venda e transformar Espinosa em um polo como os do Barro Preto (em Belo Horizonte) e Divinópolis”, explicou.
Já o presidente do INDI, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), informou que a secretaria irá dar todo o apoio necessário para a estruturação do Polo de Confecções de Espinosa, que inicialmente deverá concentrar 28 facções.
José Frederico Álvares chamou a atenção ainda para os incentivos da Sudene aos quais os empresários da região têm direito. “É preciso que o investidor se lembre que os 168 municípios mineiros que integram a área da Sudene têm direito a uma série  de benefícios oferecidos pelo Governo Federal, o que facilita e reforça o desenvolvimento”, destacou.

Reunião
Por sua vez, o secretário Gil Pereira informou que já no início de 2013 a SEDVAN promoverá uma reunião em Espinosa com vários municípios da região Norte para divulgar os benefícios concedidos para a área mineira da Sudene, e  para também apresentar as linhas de crédito oferecidas pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
“É preciso que os empresários conheçam o apoio e a orientação oferecidos pela SEDE e pelo INDI aos investidores já instalados no Estado ou aos que estão chegando, bem como orientar as prefeituras sobre a infraestrutura necessária para atrair novos investimentos”, destacou o secretário.
O diretor da Amil Confecção enfatizou que a proposta de criação do polo é uma estratégia para enfrentar a concorrência com os produtos asiáticos. “Queremos criar o polo porque ao reunirmos os empresários estaremos não apenas facilitando a logística e o desempenho da produção, mas também fazendo a informação circular com rapidez e eficiência. Com o apoio que estamos recebendo do Governo de Minas formaremos um modelo de polo industrial em uma das regiões mais carentes do Estado, e garantiremos a criação de 700 a 1.400 empregos diretos”, frisou Lucivaldo Barros Lima.
Amil – Com investimento de R$ 2,8 milhões e a geração de 300 empregos diretos e indiretos, a Indústria e Comércio de Confecções (Amil) está expandindo suas atividades através da construção de uma nova sede e modernização dos setores de produção e administrativo para conquistar novos mercados, inclusive, está de olho no Mercosul.
Fundada em 1984, a Amil hoje está presente em 22 estados brasileiros e já vende parte da sua produção para o Paraguai e Bolívia. São produzidas por mês em torno de 120 mil peças masculinas e roupas de cama. O plano de expansão prevê, a partir de 2014, um aumento de 15% da capacidade de produção atingindo 140 mil peças por mês. Com a criação do Polo de Confecções, a previsão é que sejam fabricadas em Espinosa de 300 mil a 500 mil peças por mês de vários segmentos têxteis.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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