Asfalto chega ao Boqueirão da Lagoa: Prefeitura de Varzelândia executa 2 quilômetros de pavimentação e leva mais infraestrutura à zona rural

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A transformação da infraestrutura rural de Varzelândia ganha mais um importante capítulo. A comunidade de Boqueirão da Lagoa está recebendo 2 quilômetros de pavimentação asfáltica, em uma obra realizada pela Prefeitura Municipal, na administração “Do Povo Para o Povo”, do prefeito Amâncio Oliva. A iniciativa representa um avanço para a mobilidade dos moradores e reforça os investimentos em melhorias nas condições de tráfego na zona rural do município. O trabalho em execução demonstra a atenção da gestão municipal às necessidades das comunidades rurais, onde a qualidade das estradas tem influência direta na rotina das famílias, no deslocamento dos trabalhadores e no transporte da produção agropecuária. Com a implantação do asfalto, a expectativa é proporcionar mais conforto, segurança e melhores condições de circulação para quem utiliza diariamente o trecho contemplado. Gestão de Amâncio Oliva leva infraestrutura para mais perto da população rural A pavimentação de 2 quilômetros em Boqu...

Do norte de Minas Gerais ao interior de Portugal

Usando máscaras, artistas se aproximam de moradores locais
Criado especificamente para o bairro da Lagoinha, região habitada pelo grupo Teatro Público no segundo semestre de 2011, o espetáculo "Naquele Bairro Encantado" chega a sua segunda edição belo-horizontina com perspectivas e experiências que em muito superam suas primeiras expectativas. "Inicialmente, pensávamos que o projeto não poderia sair da Lagoinha, com seu casario antigo e sua longa tradição, mas aos poucos percebemos que seria possível estabelecer relações com outros lugares, assumindo outros formatos e contextos", conta o diretor Rogério Lopes, que já levou o espetáculo a situações tão diferentes quando o norte de Minas e o interior de Portugal.
"Nesses casos, substituímos o conceito de ‘Estranhos Vizinhos’ por ‘Estranhos Visitantes’. Nós já chegamos às cidades mascarados, em busca de um lugar onde poderíamos nos hospedar, e aproveitamos o passeio para divulgar a serenata, que seria o motivo da inusitada visita", explica Lopes, que encontrou boa receptividade em ambos os contextos visitados.
"O que percebemos, a partir dessas experiências, é que o ser humano tem uma disponibilidade e um potencial muito grande para brincar e imaginar, e que não precisamos de máquinas para que isso aconteça. Mesmo vivendo em um contexto no qual o lazer e a convivência são atravessados por atividades como a televisão e a internet, é importante lembrar que há possibilidades muito mais simples e tão potentes quanto elas", reflete Lopes, cuja pesquisa de doutorado reflete justamente sobre a centenária estrutura das Folias de Reis.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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