Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

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Ao todo, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão, que foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Montes Claros.
A intenção dos policiais também é apreender armas e munições.
Por duas vezes nos anos de 2007 e 2009, já foram realizadas operações policiais na comunidade. Nessas datas, foram encontradas várias armas e munições nas fazendas.
De acordo com as investigações, os conflitos ocorridos na região envolvem fazendeiros e quilombolas. As divergências tornaram-se mais graves a partir de setembro de 2011, quando o decreto presidencial reconheceu o território quilombola. Com a mudança, foi iniciado o procedimento que levará à desapropriação das fazendas.
Conforme o decreto, compete ao INCRA promover a execução das desapropriações decorrentes do reconhecimento do território. Segundo a PF, toda a situação da região é acompanhada pelo Programa de Proteção de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, além de outras entidades da sociedade civil.
Quem for preso portando armas e/ou munições irão responder pelos crimes de porte e posse ilegal de arma de fogo, além de formação de quadrilha. Se condenados, esses criminosos podem cumprir pena de até sete anos de reclusão.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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