Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Prefeito e vice de Januária fogem do MP como o diabo foge da cruz

Afonso (E) e Arruda brincam de esconde-esconde com o MP
(por Fábio Oliva) Após brigar com o bispo, agora o prefeito de Januária foge do Ministério Público como o diabo foge da cruz. Maurílio Arruda e Afonso do Sindicato (PTC) eram aguardados quarta-feira (14) na sede da Promotoria de Justiça de Januária. Os dois foram intimados a depor no Inquérito Civil Público (ICP) que investiga o uso de dinheiro público para pagamento de cabos eleitorais que trabalharam na campanha de ambos em 2008. Coincidentemente, Arruda e Afonso alegaram compromissos oficiais assumidos anteriormente para não enfrentarem as perguntas do promotor encarregado de defender o patrimônio público da súcia que há anos trata o patrimônio público de Januária com se fosse particular.

O pagamento de cabos eleitorais que trabalharam na campanha de Arruda e Afonso em 2008, com dinheiro da Prefeitura de Januária, foi denunciado às autoridades por um dos beneficiários do esquema. Em depoimentos prestados à Polícia Civil, ao Ministério Público e em juízo, o líder comunitário Geraldo Diamantino França admitiu que jamais prestou qualquer serviço à Prefeitura de Januária. Simplesmente recebia sem trabalhar. Segundo ele, o contrato de prestação de serviços que lhe favorecia com pagamentos de R$ 900,00 foi uma farsa montada dentro do gabinete do prefeito.

Num gesto de desespero, o vice pediu que o líder comunitário assinasse diversos documentos, entre os quais havia misturado um que, em tese, serviria para desmentir o imbróglio.

A armação não deu certo e ainda piorou a situação dos acusados, na medida em que, na prática, tentaram forjar provas inverídicas.

A controladoria interna deveria ser o primeiro órgão a identificar e combater irregularidades na administração municipal. Mas em Januária, ao longo dos anos, aperfeiçoou métodos para dar ares de aparente legalidade a uma série de atos ilícitos.

Encurralado, Arruda ajuizou ação para obrigar França a devolver o dinheiro recebido. O gesto foi interpretado como tática de despistamento. Mais uma vez a tramóia falhou. Para especialistas consultados, com o ajuizamento da ação Arruda acabou foi admitindo que a trapaça de pagar cabos eleitorais por serviços que nunca foram prestados à Prefeitura de fato ocorreu.


Pablo de Melo

Fonte: blog Fábio Oliva

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