Justiça dá ultimato à prefeita de Berizal: Talyane Laves terá que entregar documentos de 15 investigações do Ministério Público sob risco de multa de R$ 50 mil

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Ministério Público de Minas Gerais recorreu à Justiça após sucessivas requisições de documentos não atendidas pela Prefeitura de Berizal. Investigações envolvem suspeitas de nepotismo, fraudes em licitações, contratações irregulares, uso indevido de veículos públicos e possíveis danos ao patrimônio municipal. A administração municipal de Berizal, no Norte de Minas Gerais, está no centro de uma ofensiva judicial do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A Justiça determinou que a prefeita Talyane Laves Pereira apresente, no prazo de até dez dias úteis, documentos relacionados a 15 investigações que apuram possíveis irregularidades na gestão pública municipal. A decisão representa um importante desdobramento das apurações conduzidas pelo Ministério Público, que precisou recorrer ao Judiciário após sucessivas tentativas de obter informações e documentos considerados essenciais para o andamento dos procedimentos investigatórios. O caso chama a atenção pela quantidade de investigações e...

Agora é pra todo Brasil - Proibição dos fumódromos em local fechado, discute especialista

Ruan Victor

Foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff a lei que proíbe o fumo em locais fechados em todo o Brasil, sejam eles públicos ou privados. Anteriormente, a lei brasileira permitia o fumo desde que houvesse fumódromo. Apesar de haver alguns estados que já se regularam por norma desse tipo, agora vale para todo o país.

Na opinião do coordenador do Procon de Montes Claros, Leandro Aguiar, acabar com os chamados fumódromos é sem duvida um dos objetivos da lei. "Não sei se essa conduta isolada ajuda quem fuma, porque não acho que isso vai efetivamente impedir quem é dependente. Para quem não fuma é uma conquista, sem dúvida nenhuma. Mas o dependente procura um lugar aberto, dá uma saidinha e fuma. Pode ser que isso reduza o número de cigarros consumidos no dia, mas acho que deveriam existir políticas dentro das empresas para incentivar o tratamento das pessoas que são dependentes da nicotina. Acabar com os fumódromos é uma alternativa válida. Com a nova lei vai se fechando o circulo em torno dos fumantes. Os não fumantes agradecem e torcem para que a lei realmente seja cumprida” fala.

Ele lembra que um ambiente saudável é o direito de todo consumidor, pois ninguém é obrigado a respirar a fumaça de quem tem apreço pelo cigarro, sendo, segundo ele, muito constrangedor se chegar a um estabelecimento e ter alguém fumando ao seu lado, obrigando-o a inalar algo que traz tanto prejuízo à sua saúde.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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