Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

Imagem
A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Unimontes em Janaúba comete injustiça e demite servidora gestante

Foto Luiz Cabrine / Valor Comunica: Servidora Sarah Nádja na tribuna da Câmara Municipal, em busca de defesa de seus direitos.

(Por Luiz Cabrine, Valor Comunica) A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) vem enfrentando nos últimos meses, graves acusações. Uma delas é de autoria da engenheira agrônoma, Dra. Sarah Nádja Araújo Fonseca, Mestre e Doutora em Produção Vegetal. A engenheira, que está grávida, afirma ter sido demitida sem justa causa, em uma clara violação da estabilidade garantida por lei às mulheres gestantes.

Além dessa demissão controversa e não explicada, segundo a servidora, a situação se agrava com denúncias de irregularidades gravíssimas no processo seletivo para contratação de professor temporário para o curso de Agronomia, para o qual Sarah foi aprovada em primeiro lugar.

Segundo Sarah, o processo seletivo foi anulado sem que fosse dado qualquer tipo de publicidade ao ato da Reitoria da universidade, já que o órgão já havia instaurado uma sindicância administrativa investigatória para apurar as denúncias de irregularidades de candidatas que se sentiram lesadas em seus direitos. Até o momento, a UNIMONTES não se manifestou sobre a demissão da profissional e a nulidade do processo seletivo de forma oficial.

Nota
O portal Valor Comunica entrou em contato com a assessoria de comunicação da Reitoria da Unimontes no último dia 17, em Montes Claros, no entanto, não obteve nenhum retorno e nota, até o fechamento desta matéria.

A acusação de Sarah Nadja Araújo Fonseca e de uma outra candidata que optou por manter em sigilo sua identidade, temendo represália da instituição levanta sérias questões sobre os direitos trabalhistas e a transparência dos processos seletivos na universidade. A demissão de uma gestante sem justa causa é conduta expressamente proibida pela lei, que garante a estabilidade necessária para assegurar o bem-estar da mãe e do bebê.

A falta de divulgação da anulação do processo seletivo também levanta preocupações sobre a conduta da Reitoria da UNIMONTES. A não publicidade de uma decisão tão importante pode gerar desconfiança em relação à lisura do processo e à capacidade da universidade de lidar com situações de denúncias de irregularidades.

Denúncia na Câmara Municipal
Além de denunciar o fato ao portal Valor Comunica, a servidora Sarah, também denunciou o caso à Câmara Municipal, no último dia 20 de maio, quando fez o uso da tribuna na referida casa de leis, onde recebeu apoio unânime de todos os vereadores.

Diante dessas acusações, espera-se que a UNIMONTES se manifeste prontamente, esclarecendo as razões da demissão da Dra. Sarah Nádja Araújo Fonseca e explicando as medidas tomadas em relação às denúncias de irregularidades no processo seletivo.

Direitos trabalhistas e transparência
Enquanto isso, a situação de Dra. Sarah Nádja Araújo Fonseca permanece incerta. É inaceitável que uma profissional grávida seja dispensada sem motivos justos e em clara violação dos seus direitos. Espera-se que a justiça seja feita e que a UNIMONTES tome medidas imediatas para corrigir essa grave situação. Afinal, a universidade tem o dever de ser um exemplo na defesa dos direitos trabalhistas e na transparência de seus processos seletivos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Vídeo: tragédia em Porteirinha; disputa por herança resulta em tio assassinado por sobrinho em Tocandira