Fogo às margens da MGC-122 assusta na rota de acesso a Janaúba; Bombeiros enfrentam incêndio por oito horas

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Chamas atingiram uma área de vegetação próximo ao km 211, em Capitão Enéas, em um dos principais corredores rodoviários de acesso a Janaúba e ao Norte de Minas. Bombeiros, trabalhadores rurais e máquinas pesadas foram mobilizados para impedir o avanço do fogo. Um incêndio de grandes proporções em uma área de vegetação mobilizou o Corpo de Bombeiros nesta quinta-feira (3), nas proximidades do km 211 da MGC-122, em Capitão Enéas, no Norte de Minas. A ocorrência chamou atenção principalmente pela localização: a MGC-122 é uma importante ligação rodoviária para quem segue em direção a Janaúba e outros municípios da região. As chamas atingiram uma área próxima à Fazenda Paraíso Perdido e exigiram aproximadamente oito horas de trabalho até que a situação fosse controlada. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma guarnição de Francisco Sá foi acionada por volta das 8h30. Ao chegar ao local, os militares iniciaram imediatamente o combate direto às chamas utilizando o kit específico para incêndios flor...

Engenheiro Navarro: organização que deu golpe de R$ 100 milhões com caminhões falsos é presa


Cinco pessoas de uma organização criminosa foram presas pela Polícia Civil de Minas Gerais acusadas de integrar um esquema de fraude envolvendo transferência de veículos falsos, dando golpe em agências bancárias e montadoras de carros. O grupo, que conseguiu cerca de R$ 100 milhões, foi preso na terça-feira (30/5).

A operação Ghost Truck prendeu três pessoas em BH e outras duas em Engenheiro Navarro, no Norte de Minas Gerais. Entre os alvos, está o líder da organização, sua esposa e uma ex-gerente de banco, que teria trabalhado para facilitar as fraudes, tendo sido demitida após o início das investigações.

As investigações começaram há um ano e meio e, segundo o delegado Leandro Macedo, da 5ª Delegacia Especializada em Investigação a Furto e Roubo de Veículos Automotores (DEIFRVA), o esquema era complexo e bem dividido. "Tinha o núcleo de liderança, que coordenava todas as operações e criava a documentação falsa dos caminhões."

Outro 'setor' era responsável por cooptar os laranjas e, partir disso, “o núcleo contábil adulterava a documentação das empresas criadas, inclusive falseando seu capital, e os caminhões, que não existiam, eram transferidos para essas empresas. Então, o núcleo bancário operava, facilitando a obtenção do crédito, gerando enorme prejuízo aos bancos", explicou o delegado.

Ainda conforme a PCMG, os suspeitos criavam caminhões a partir de documentações forjadas com base em veículos que ainda estavam em montadoras, captavam laranjas para formação de empresas fantasmas e, ao falsificar o capital dessas empresas, adquiriam crédito com instituições financeiras apresentando os supostos veículos como garantia de financiamento.

Em seguida, o dinheiro então ocultado por esquemas de lavagem de dinheiro, com compra de imóveis ou de veículos legítimos. Ao todo, 22 laranjas foram identificados e 40 empresas fantasmas descobertas. Os laranjas são, em sua maioria, pessoas muito humildes e analfabetas, que moram no Norte do estado.

Além das prisões, foram apreendidos 14 veículos, uma moto aquática e outros 218 carros foram impedidos de serem utilizados pelos investigados.

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