Crime na calada da madrugada em Janaúba: loja de equipamentos de som é invadida por criminosos e tem aparelhos furtados; proprietária pede ajuda para localizar suspeito

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O crime aconteceu por volta das 3 horas da madrugada, na Avenida Edilson Brandão Guimarães, em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. Entre os equipamentos furtados estão uma mesa de som UI24 e uma central de microfones da marca Fênix. A Polícia Militar foi acionada, e imagens relacionadas à ocorrência podem ajudar a esclarecer o caso. A madrugada da última quarta-feira, 21 de outubro, foi marcada por uma ação criminosa que provocou prejuízo e preocupação em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. Enquanto grande parte da população dormia, uma loja especializada em equipamentos de som e acessórios tornou-se alvo de um furto, registrado por volta das 3 horas da manhã. O estabelecimento comercial fica localizado na Avenida Edilson Brandão Guimarães, uma das vias da cidade. A ocorrência chamou a atenção pelo horário e pelos equipamentos levados, utilizados em atividades profissionais ligadas ao setor de áudio e sonorização. Criminosos agem durante a madrugada e levam equipamentos de som De acordo ...

PM prende grupo que monitorava cidades do Norte de MG para explodir caixas de bancos e Correios

Homens foram presos suspeitos de estarem monitorando
cidades do Norte de Minas (Foto: Juliana Peixoto/G1)

(G1) Quatro homens, de 24, 30, 32 e 37 anos, foram presos suspeitos de estarem na região do Norte de Minas planejando explosões a caixas eletrônicos e aos Correios. Segundo a polícia, três criminosos são de Uberlândia e o suspeito de chefiar a quadrilha é de Pirapora. A prisão aconteceu, nessa terça-feira (1), no Posto da Polícia Rodoviária Estadual em Mirabela e eles foram apresentados durante coletiva nesta quarta-feira (2).

“Abordamos três homens em um HB20 em São João da Ponte; a Polícia Militar já estava trabalhando estrategicamente contra crimes de explosão, então, já tínhamos informações deste modelo de carro nas regiões dos arrombamentos. Nesta primeira abordagem, não encontramos nada de ilícito com eles e no carro. A comunicação entre as polícias continuou e, depois de liberados, fomos informados pela PM de Uberlândia que um deles era morador de lá. Constatamos que ele apresentou um documento falso e que estava com um mandado de prisão em aberto por fuga. Fizemos novo cerco bloqueio e, na segunda abordagem, em Mirabela, o homem de Pirapora havia se juntado ao grupo”, explicou o tenente Frederico Lima Lessa.

Policiais de Uberlândia apreenderam na casa do suspeito, que apresentou nome falso, fuzil, pistola, diversas munições, touca ninja, luvas e pregos, conhecidos como miguelitos, para estourar pneu.


A prisão ao grupo aconteceu depois que criminosos explodiram uma agência bancária e os Correios de Gameleiras, na madrugada desta terça-feira (1º). Na ocasião, a perícia constatou que dois cofres foram arrombados. Para a polícia, um dos homens confessou que o grupo estava na região do Norte de Minas para monitorar a rotina das cidades pequenas. Eles são suspeitos de terem participado da explosão a uma agência bancária em Ibiaí, em julho deste ano. Na ação, foram levados aproximadamente R$ 22 mil e três frentistas foram feitos reféns.

“No início da abordagem, o grupo não conseguiu explicar o motivo de estarem na região. Um deles chegou a dizer que estavam visitando um amigo em Montes Claros e que o GPS os levou a São João da Ponte, distante 100 km, e nossa suspeita aumentou. Depois eles acabaram confessando”, disse o tenente. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Os quatro homens foram levados para a delegacia acusados de associação criminosa, desobediência e porte ilegal de arma de fogo e explosivos. O carro em que eles estavam foi apreendido e removido ao pátio credenciado do Detran.

Hospedagem
Os homens estavam hospedados em um hotel de Montes Claros, no Bairro Cintra. Segundo a polícia, os criminosos que sondam a região, geralmente, se hospedam fora das cidades e não andam armados para evitar prisões em flagrante.

“Eles ficam na região e sondam a rotina da cidade, como horários de funcionamento das agências e fluxo das pessoas. Eles avaliam também a segurança do local - qual a vulnerabilidade - e a presença de militares. Ficam em torno de dez dias até elaborarem o plano de explosão com os comparsas que trazem as armas e os explosivos”, explicou o tenente Frederico Lima Lessa.

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