Cultura, fé e memória ganham destaque em Varzelândia com lançamento literário na Praça Cícero Dumont

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A cidade de Varzelândia vive mais um momento de valorização cultural e fortalecimento da identidade local. Neste sábado, 7 de março, a partir das 17h, a Praça Cícero Dumont será palco de um encontro especial entre literatura, história e comunidade, com a presença do escritor João de Deus Gonçalves, autor do livro “Padre José Silveira dos Anjos – Testemunho de Digno Missionário de Cristo”. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Varzelândia, por meio da administração Do Povo Para o Povo, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, que tem buscado incentivar ações que valorizem a cultura, preservem a memória e reconheçam os talentos que fazem parte da história do município. Durante o evento, o autor estará presente em um dos estandes montados na praça para apresentar sua obra, conversar com leitores, receber visitantes e realizar uma sessão de autógrafos, proporcionando um momento de proximidade entre o escritor e a comunidade. A programação promete reunir amantes da literatura, pesqui...

PM prende grupo que monitorava cidades do Norte de MG para explodir caixas de bancos e Correios

Homens foram presos suspeitos de estarem monitorando
cidades do Norte de Minas (Foto: Juliana Peixoto/G1)

(G1) Quatro homens, de 24, 30, 32 e 37 anos, foram presos suspeitos de estarem na região do Norte de Minas planejando explosões a caixas eletrônicos e aos Correios. Segundo a polícia, três criminosos são de Uberlândia e o suspeito de chefiar a quadrilha é de Pirapora. A prisão aconteceu, nessa terça-feira (1), no Posto da Polícia Rodoviária Estadual em Mirabela e eles foram apresentados durante coletiva nesta quarta-feira (2).

“Abordamos três homens em um HB20 em São João da Ponte; a Polícia Militar já estava trabalhando estrategicamente contra crimes de explosão, então, já tínhamos informações deste modelo de carro nas regiões dos arrombamentos. Nesta primeira abordagem, não encontramos nada de ilícito com eles e no carro. A comunicação entre as polícias continuou e, depois de liberados, fomos informados pela PM de Uberlândia que um deles era morador de lá. Constatamos que ele apresentou um documento falso e que estava com um mandado de prisão em aberto por fuga. Fizemos novo cerco bloqueio e, na segunda abordagem, em Mirabela, o homem de Pirapora havia se juntado ao grupo”, explicou o tenente Frederico Lima Lessa.

Policiais de Uberlândia apreenderam na casa do suspeito, que apresentou nome falso, fuzil, pistola, diversas munições, touca ninja, luvas e pregos, conhecidos como miguelitos, para estourar pneu.


A prisão ao grupo aconteceu depois que criminosos explodiram uma agência bancária e os Correios de Gameleiras, na madrugada desta terça-feira (1º). Na ocasião, a perícia constatou que dois cofres foram arrombados. Para a polícia, um dos homens confessou que o grupo estava na região do Norte de Minas para monitorar a rotina das cidades pequenas. Eles são suspeitos de terem participado da explosão a uma agência bancária em Ibiaí, em julho deste ano. Na ação, foram levados aproximadamente R$ 22 mil e três frentistas foram feitos reféns.

“No início da abordagem, o grupo não conseguiu explicar o motivo de estarem na região. Um deles chegou a dizer que estavam visitando um amigo em Montes Claros e que o GPS os levou a São João da Ponte, distante 100 km, e nossa suspeita aumentou. Depois eles acabaram confessando”, disse o tenente. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Os quatro homens foram levados para a delegacia acusados de associação criminosa, desobediência e porte ilegal de arma de fogo e explosivos. O carro em que eles estavam foi apreendido e removido ao pátio credenciado do Detran.

Hospedagem
Os homens estavam hospedados em um hotel de Montes Claros, no Bairro Cintra. Segundo a polícia, os criminosos que sondam a região, geralmente, se hospedam fora das cidades e não andam armados para evitar prisões em flagrante.

“Eles ficam na região e sondam a rotina da cidade, como horários de funcionamento das agências e fluxo das pessoas. Eles avaliam também a segurança do local - qual a vulnerabilidade - e a presença de militares. Ficam em torno de dez dias até elaborarem o plano de explosão com os comparsas que trazem as armas e os explosivos”, explicou o tenente Frederico Lima Lessa.

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