Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Calote da Copasa interrompe o fornecimento de água em agroindústrias na cidade de Jaíba

A suspensão do fornecimento de água em uma área de aproximadamente 15 mil hectares, no município de Jaíba, no Norte de Minas, está prejudicando cerca de 80 agroindústrias e pequenos agricultores. No local, funciona a etapa 2 do Projeto Jaíba, onde predomina a agricultura empresarial, com grandes plantações de frutas, cana-de-açúcar, cereais e outras culturas, que dependem de constante irrigação.
O corte de água, que começou ontem, 10, seria motivado por uma dívida da Copasa Serviços de Irrigação, subsidiária da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), no valor de R$ 95 mil, com o Distrito de Irrigação da Etapa 1 - associação sem fins lucrativos que fornece água para a região. A Copasa é responsável pela gestão da distribuição de água da etapa 2, mas estaria descumprindo o contrato com o Distrito, que estabeleceu, desde janeiro, um acréscimo no valor mensal a ser pago pelos seus serviços, considerando o aumento nos gastos com a energia elétrica usada para o bombeamento de água.
Empresários da etapa 2 estão indignados com a postura da Copasa em manter a dívida e estimam um prejuízo de milhões de reais por dia. “Além das culturas, várias agroindustrias, que geram mais 2 mil empregos, correm risco de fechar”, afirmou um dos empresários que coordena o projeto e preferiu ter seu nome preservado.
A assessoria de imprensa da Copasa foi procurada pela reportagem, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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