Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Calote da Copasa interrompe o fornecimento de água em agroindústrias na cidade de Jaíba

A suspensão do fornecimento de água em uma área de aproximadamente 15 mil hectares, no município de Jaíba, no Norte de Minas, está prejudicando cerca de 80 agroindústrias e pequenos agricultores. No local, funciona a etapa 2 do Projeto Jaíba, onde predomina a agricultura empresarial, com grandes plantações de frutas, cana-de-açúcar, cereais e outras culturas, que dependem de constante irrigação.
O corte de água, que começou ontem, 10, seria motivado por uma dívida da Copasa Serviços de Irrigação, subsidiária da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), no valor de R$ 95 mil, com o Distrito de Irrigação da Etapa 1 - associação sem fins lucrativos que fornece água para a região. A Copasa é responsável pela gestão da distribuição de água da etapa 2, mas estaria descumprindo o contrato com o Distrito, que estabeleceu, desde janeiro, um acréscimo no valor mensal a ser pago pelos seus serviços, considerando o aumento nos gastos com a energia elétrica usada para o bombeamento de água.
Empresários da etapa 2 estão indignados com a postura da Copasa em manter a dívida e estimam um prejuízo de milhões de reais por dia. “Além das culturas, várias agroindustrias, que geram mais 2 mil empregos, correm risco de fechar”, afirmou um dos empresários que coordena o projeto e preferiu ter seu nome preservado.
A assessoria de imprensa da Copasa foi procurada pela reportagem, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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