FUNDAJAN NÃO SUSPENDERÁ SERVIÇOS, NÃO IRÁ FECHAR

Em conversa coletiva à imprensa, sobre a saúde hospitalar de Janaúba, nesta terça-feira 25. O presidente da FUNDAJAN, Carlos Isaildon Mendes e a Secretária Municipal de Saúde, Maria Gorette garantiram que a FUNDAJAN não suspenderá os serviços.
Gorete e Isaildon reafirmam a posição de funcionamento normal da FUNDAJAN fundamentados por perspectivas que obtiveram em reunião com a SRS -SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE SAÚDE, na tarde desta segunda-feira 24.Segundo a Superintendente, Olívia Pereira Loiola, os horizontes para a saúde hospitalar de Janaúba são ótimos.
      Os representantes da saúde hospitalar de Janaúba reconhecem que o momento não é bom, existe uma crise financeira que aflige a saúde hospitalar em todo o Brasil, e, em Janaúba não é diferente. É uma crise de subfinanciamento da saúde hospitalar no País que, por sua vez gera outras crises como, por exemplo, crise de desconfiança. Contudo eles garantem que especificamente em Janaúba o fim da turbulência está próximo, pois o programa Cegonha do governo Dilma do qual Janaúba foi contemplado suprirá o déficit.
     Saúde é um direito de todos e dever do Estado. É verdade, é constitucional.Janaúba é um município que possui quase todos os programas de saúde ofertados pelo SUS. Ao longo dos anos tem melhorado o acesso e qualidade da assistência em saúde, porém, está localizado em um país que apesar de ter o sistema mais avançado em saúde pública, O SUS, que tem como princípios: a universalidade, o acesso, a equidade, a integridade, vive hoje uma crise de financiamento da Saúde, especialmente da saúde hospitalar que tem penalizado os municípios (os usuários, os diretores hospitalares, os Secretários Municipais, etc).
      É importante ressaltar que Janaúba é um município de Gestão Plena de Atenção básica. O que quer dizer que a responsabilidade e recursos
disponibilizados são exclusivamente para a atenção primária. Os hospitais em nosso município são de responsabilidade do Estado, ou seja, os serviços hospitalares são contratados pelo estado de Minas Gerais que detêm os recursos para tal assistência.
    O Município tem que gastar 15% a atual gestão municipal tem investido em média 27% dos seus recursos em saúde, boa parte em saúde hospitalar.



Pablo de Melo

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