A população de Bonito de Minas voltou às urnas neste domingo (21) para escrever um novo capítulo na história política do município. Em uma eleição suplementar marcada pela participação democrática dos eleitores, Miquéias Figueredo (Republicanos) foi eleito prefeito com 59,90% dos votos válidos, tendo como vice-prefeita Joelma Magalhães (PDT).
A chapa vencedora superou os candidatos João Neto do Sindicato (Podemos) e Professora Cris (União Brasil), que obtiveram 40,10% da preferência do eleitorado.
A eleição suplementar foi convocada pela Justiça Eleitoral após a anulação do resultado das eleições municipais de 2024. O novo pleito tornou-se necessário em razão do indeferimento do registro de candidatura de Dílson Barbosa Santana, conhecido como Dílson da Senhorinha, que havia sido o candidato mais votado no processo eleitoral anterior.
Segundo decisão da Justiça Eleitoral, Dílson encontrava-se inelegível devido a uma condenação por abuso de poder político relacionada às eleições de 2020, situação enquadrada nas regras da Lei da Ficha Limpa, impedindo sua candidatura.
Desde o início de 2025, o município vinha sendo administrado interinamente pelo presidente da Câmara Municipal, garantindo a continuidade dos serviços públicos e da gestão administrativa até a definição do novo comando do Executivo Municipal.
Com um eleitorado de 8.387 cidadãos aptos a votar, Bonito de Minas demonstrou mais uma vez a força da democracia e da participação popular na construção do futuro da cidade. A expectativa agora se volta para a diplomação dos eleitos, prevista para ocorrer até o dia 13 de julho, quando Miquéias Figueredo e Joelma Magalhães estarão oficialmente habilitados para assumir os destinos do município.
A eleição marca o início de uma nova etapa para Bonito de Minas, renovando as expectativas da população em torno do desenvolvimento, do fortalecimento dos serviços públicos e da implementação de políticas voltadas para o crescimento econômico e social do município.
Comentários
Postar um comentário