Nova Porteirinha fortalece a saúde e amplia investimentos nas comunidades com ações da gestão Elbe Brandão

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A Prefeitura de Nova Porteirinha segue reafirmando seu compromisso com o bem-estar da população por meio de ações que aproximam os serviços públicos das comunidades. Em mais uma edição do programa Saúde na Comunidade, a prefeita Elbe Brandão esteve na comunidade da Colonização III acompanhando de perto os atendimentos, que desta vez levaram o serviço de coleta de sangue aos moradores, proporcionando mais comodidade, acesso e qualidade na assistência à saúde. Durante a visita, a prefeita conversou com os moradores, ouviu as principais demandas da comunidade e reforçou a importância de uma gestão presente, que acompanha de perto a realidade da população e trabalha para oferecer soluções que atendam às necessidades de cada localidade. Elbe Brandão também agradeceu ao deputado federal Igor Timo pela destinação de recursos que têm contribuído para o fortalecimento da saúde municipal, possibilitando investimentos que garantem um atendimento cada vez mais eficiente e humanizado para quem mais...

Brasília de Minas acompanha desfecho de crime brutal: advogado é condenado a 24 anos pela morte da farmacêutica Laureane dos Santos


O município de Brasília de Minas voltou a ser palco de um dos casos criminais mais chocantes de sua história. Quase cinco anos após o assassinato da farmacêutica Laureane dos Santos, o advogado acusado do crime foi condenado pelo Tribunal do Júri a 24 anos de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e aborto.

O julgamento, realizado no Fórum Gonçalves Chaves, em Montes Claros, terminou no início da noite desta quinta-feira (25) com a leitura da sentença. Os jurados reconheceram que o réu cometeu feminicídio, praticado por motivo torpe e mediante asfixia, fixando pena de 20 anos pelo homicídio e mais quatro anos pelo crime de aborto. A defesa informou que já recorreu da decisão.

O crime, ocorrido em novembro de 2021, provocou grande comoção em Brasília de Minas. Laureane, que estava grávida, foi encontrada morta em um chacreamento da cidade. Inicialmente, não havia indícios claros de homicídio, mas o trabalho da perícia da Polícia Civil revelou que a farmacêutica havia sido morta por asfixia após ter o pescoço comprimido.

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi premeditado. Segundo a promotoria, mensagens trocadas entre o acusado e a vítima indicavam que ele insistia para que Laureane interrompesse a gravidez. Diante da recusa, conforme a acusação, ela foi atraída para um encontro que terminou de forma trágica.

As investigações da Polícia Civil reuniram uma série de elementos que, segundo a acusação, apontavam para o envolvimento do advogado. Imagens de câmeras de segurança registraram uma motocicleta deixando Brasília de Minas com uma mulher na garupa usando roupas semelhantes às da vítima. Horas depois, o mesmo veículo retornou sem a passageira.

Outro ponto destacado pela investigação foi a informação de que o suspeito teria comprado venenos em estabelecimentos comerciais da cidade dias antes do crime. Esses e outros elementos embasaram o inquérito que levou o caso ao Tribunal do Júri.

No plenário, familiares de Laureane acompanharam cada momento do julgamento. Emocionada, a mãe da farmacêutica relembrou a dedicação da filha ao trabalho e aos estudos, lamentando que todos os seus sonhos tenham sido interrompidos de forma tão violenta.

A condenação encerra uma importante etapa do processo judicial, mas o caso ainda poderá ter novos desdobramentos, já que a defesa informou que recorrerá da decisão. Para a família da vítima, no entanto, a sentença representa um passo importante na busca por justiça por um crime que jamais será esquecido em Brasília de Minas.

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