Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Vítimas eram de Paracatu: dono de oficina e mecânico são indiciados pela morte de jovens em BMW em Balneário Camboriú


A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou o dono de uma oficina mecânica e um funcionário por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, de quatro jovens em Balneário Camboriú. As vítimas foram encontradas mortas dentro de uma BMW que havia sido adulterada pela dupla.

O caso aconteceu no primeiro dia do ano e o inquérito foi concluído nessa quarta-feira (31). As vítimas eram de Paracatu, em Minas Gerais, e iriam abrir uma empresa de marketing digital em Florianópolis no dia 2 de janeiro.

Segundo a investigação, o grupo de amigos morreu intoxicado por um vazamento de monóxido de carbono, causado por uma alteração no sistema de escapamento do carro de luxo. O gás tóxico teria saído do ar-condicionado da BMW e contaminado os jovens. Para a polícia, a falta de experiência dos profissionais que fizeram as alterações resultou na morte dos mineiros.

Os acusados são o funcionário que instalou o dispositivo, um homem de 48 anos que fez o serviço, e o dono da oficina, de 35 anos. O estabelecimento fica em Aparecida de Goiânia, em Goiás. O inquérito já foi enviado ao Ministério Público e Poder Judiciário.

A polícia descobriu que o mecânico não estava qualificado para realizar a alteração, já que não tinha formação técnica para isso. Ele foi orientado pelo dono da oficina. Os dois vão responder por quatro homicídios culposos e vão aguardar o julgamento em liberdade.

O laudo pericial indicou que a modificação que pode ter causado o vazamento de gás foi a troca do escapamento por um ‘downpipe’, uma parte do sistema de escape que conecta a saída do turbo ao catalisador. Esse tipo de mudança serve para dar mais potência ao carro. Conforme o delegado, essa peça é feita de forma caseira pela oficina que realizou a troca.

“Foi realizada oitiva do proprietário dessa oficina, o qual relatou que eles constroem o downpipe na oficina. Ele não foi comprado em uma fábrica, como existem downpipe criados em indústrias. Era um downpipe, de certa forma, caseiro”, contou.

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