Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Montezuma: homem admite ter forjado o próprio desaparecimento após ser encontrado amordaçado e com as mãos e pés amarrados


Um homem, de 47 anos, admitiu ter forjado o próprio desaparecimento após ser encontrado amordaçado e com as mãos e pés amarrados com arame em Montezuma nesta quarta-feira (31).

A Polícia Militar foi até a LMG-635 após receber informações de que havia uma pessoa caída no local. O Samu foi chamado, prestou atendimento e seguiu com o paciente para o hospital.

Em contato com familiares do homem, os policiais ficaram sabendo que ele saiu do serviço na terça (30) e não retornou para sua casa. Ao ser questionado, ele contou que saiu do trabalho, comprou um lanche e seguiu para sua residência. Nesse momento, foi rendido por dois criminosos em um veículo. Após ficar desacordado, recuperou a consciência somente quando estava recebendo atendimento médico.

Na unidade de saúde, a médica constatou que o homem não tinha sinais de violência e estava bem, liberando-o em seguida. Após a PM realizar vários levantamentos em busca de suspeitos, ele acabou confessando que tinha inventado a história. Disse que saiu do serviço, passou a noite em um matagal, se amarrou com os arames, colocou um pano em sua boca e foi até a rodovia, onde permaneceu até ser encontrado.

Ao ser questionado pelos militares sobre a motivação da história, falou que inventou tudo porque se desentendeu com uma vizinha, que o acusou de espiá-la em sua residência. Ele afirmou que ouviu a mulher dizer que se a justiça não resolvesse, iria buscar outros meios de lidar com a situação. O homem ainda afirmou que estava com o psicológico abalado pela situação e falou que vai procurar por ajuda.

Conforme a PM, ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência por falsa comunicação de crime. O TCO é utilizado em crimes com menor potencial ofensivo, nos quais o autor se compromete a comparecer em uma audiência com o juiz.

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