Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Serra Geral busca certificação do queijo com apoio da Fiemg

Os dirigentes da ACI, Olavo Romano, e Adauto
Batista, com o queijo da Serra Geral

(Por Girleno Alencar) A microrregião da Serra Geral de Minas está buscando a certificação do seu queijo, considerado um dos melhores de Minas Gerais, mas que precisa dessa situação para alcançar mercados mais exigentes e ainda cumprir as normas sanitárias. Desde o primeiro semestre de 2016 que os produtores passaram a ser capacitados pela Fiemg-Norte, através do Programa de Competitividade Industrial Regional (PCIR), em parceria com Sebrae, Emater e Prefeituras. Uma das exigências é a padronização da produção de queijos, para melhorar a qualidade e a certificação do queijo. Nesse sentido, será realizada a consultoria tecnológica de qualidade com as queijarias e testes laboratoriais do leite e do queijo. Os testes estão sendo realizados pelo Instituto Senai de Tecnologia em Alimento e Bebidas de Belo Horizonte.

A produção e a comercialização de queijo artesanal movimentam mais de R$ 12 milhões por ano somente em Porteirinha. Porém, os produtores deixam de receber diversos benefícios por conta da falta de uma certificação do produto e, com isso, agregar mais riquezas para a região. A produção está nas mãos de pequenos produtores da agricultura familiar, uma tradição que vem passando de pai para filhos, mas de forma artesanal. O presidente da Fiemg-Norte, Adauto Marques Batista, que é de Porteirinha, esclarece que a consultoria tecnológica de qualidade tem indicado adequações para as empresas participantes visando melhoria do processo produtivo, incluindo orientação quanto à qualidade dos produtos.

“Já os testes laboratoriais têm como objetivo monitorar a evolução da qualidade do queijo e do leite da região e representam o principal insumo técnico para a reivindicação da certificação regional junto às entidades certificadoras”, acrescenta Marques. Ele explica ainda que, após receber a certificação, os produtos poderão ser comercializados em supermercados, padarias, mercearias e lojas especializadas, ampliando as perspectivas do negócio, gerando mais oportunidades para os produtores, que inclusive poderão elevar suas margens com melhor retorno financeiro e ganhos socioeconômicos para toda a região.

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