Serranópolis de Minas avança no turismo e fortalece sua identidade com lançamento do Catálogo Turístico do município

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Serranópolis de Minas dá mais um passo importante rumo ao desenvolvimento sustentável e à valorização de suas potencialidades. A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, anuncia o lançamento do Catálogo de Turismo de Serranópolis de Minas, uma iniciativa estratégica que marca uma nova fase para o turismo local. O material, elaborado com cuidado técnico e olhar sensível para as riquezas do município, está disponível em versão digital e também em versão impressa, que será distribuída em pontos estratégicos da cidade, facilitando o acesso de visitantes e moradores às informações. O catálogo reúne de forma organizada os principais atrativos naturais, culturais, históricos e gastronômicos de Serranópolis, funcionando como uma verdadeira vitrine do município. A iniciativa tem como objetivo valorizar a identidade local, estimular o turismo regional e fortalecer a economia, gerando oportunidades para comerciantes, empreend...

Estiagem no Norte de Minas provoca a redução do rebanho

Criadores de gado do norte de Minas Gerais estão se desfazendo de parte do rebanho. A estiagem não dá trégua. Com o pasto seco não há alimento suficiente pros animais.
O gado procura o capim que não tem no pasto. A cisterna não encheu o suficiente com a água da chuva. Muitos agricultores fecharam as casas e abandonaram a roça. Esses são os reflexos da seca. Em Francisco Sá, no norte de Minas Gerais, a quebra da produção de grãos chega a 85%.
Na plantação do agricultor Erasmo de Aquino não sobrou nenhum caroço de milho. “A gente luta, luta, luta e a maioria está abandonando as terras porque não tem repor de novo”, diz.
Há muito tempo a chuva chega pela região. Dos mil milímetros por ano esperados pela Emater, até gora choveu apenas 332. A água que resta no poço artesiano é usada na lavoura e no trato dos animais. Já a água que sustenta o homem sai dos caminhões–pipa.
A ponte foi construída para facilitar a vida dos produtores rurais de Francisco Sá, para que os moradores pudessem circular na região sem ter que passar por um curso d’água. Mas é justamente a água que não se vê há muito tempo pelo lugar.
A área de milho irrigada da propriedade do agricultor Edson Couto depende de um poço artesiano. Mas com a falta de chuva o volume diminuiu. A área plantada caiu de seis para quatro hectares. Com isso, o produtor também precisou vender o gado. Das 220 cabeças, restam 120. "Tem noite que a gente não dorme. A gente fica preocupado com o que vamos fazer”, diz.
Carreta parada perto de curral é sinal que mais uma leva de gado vai embora do norte do estado para outras regiões de Minas Gerais que sofrem menos com a estiagem. O Instituto Mineiro de Agropecuária afirma que o rebanho da região, em três anos, caiu de 3,7 milhões de cabeças para 2,2 milhões mil.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Fonte: Globo Rural

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