Cultura, fé e memória ganham destaque em Varzelândia com lançamento literário na Praça Cícero Dumont

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A cidade de Varzelândia vive mais um momento de valorização cultural e fortalecimento da identidade local. Neste sábado, 7 de março, a partir das 17h, a Praça Cícero Dumont será palco de um encontro especial entre literatura, história e comunidade, com a presença do escritor João de Deus Gonçalves, autor do livro “Padre José Silveira dos Anjos – Testemunho de Digno Missionário de Cristo”. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Varzelândia, por meio da administração Do Povo Para o Povo, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, que tem buscado incentivar ações que valorizem a cultura, preservem a memória e reconheçam os talentos que fazem parte da história do município. Durante o evento, o autor estará presente em um dos estandes montados na praça para apresentar sua obra, conversar com leitores, receber visitantes e realizar uma sessão de autógrafos, proporcionando um momento de proximidade entre o escritor e a comunidade. A programação promete reunir amantes da literatura, pesqui...

Irmã Mônica lança o livro Acolhamos com amor tudo de bom que Deus nos dá

ADRIANA QUEIROZ
REPÓRTER

A escritora e terapeuta natural Porcina Amônica de Barros, mais conhecida como Irmã Mônica está lançando o livro Acolhamos com amor tudo de bom que Deus nos dá, no CAA-Centro de Agricultura Alternativa no Solar dos Sertões, Praça Dr. Chaves (Praça da Matriz), 152, Centro.
Irmã Mônica nasceu em Dores do Turvo-MG, Zona da Mata.
Muito religiosa é membro da Congregação das filhas de Jesus em Montes Claros e Porteirinha.
Neste ano, a congregação celebra 100 anos de chegada ao Brasil.
Seu livro é uma referência à saúde completar e à segurança alimentar.
Irmã Mônica passou por várias cidades, entre elas, Belo Horizonte, Auto Lajeado - PR. Rio de Janeiro, Bragança Paulista, Montes Claros e Porteirinha. Na Bahia, sofreu uma trombose e foi tratar no recanto Madre Paulina em Pernambuco. Lá foi redescobrindo as suas origens e buscando mais conhecimento das plantas e o que era uma doença acabou virando uma graça.
- Este livro é em memória do saudoso Dom José Mauro Pereira Bastos, 1º Bispo de Janaúba, que me pediu para que não levasse para o túmulo o que eu estava distribuindo para o povo. Tudo que está  nele é a busca de mais vida, mais aproveitamento da flora do Cerrado e da Caatinga, que está tudo pertinho de nós, diz.
Para ela, foi pensando em todas as pessoas que se interessam pela qualidade de vida, que escreveu o livro.
-Ele vai atingir todas as pessoas que se interessam pelo meio ambiente como um todo, na questão dos recursos hídricos, dos animais, da homeopatia na família e na agricultura, conta.
Irmã Mônica fala com carinho de seus mestres, professor José Alberto Moreno, Vicente Wagner Dias Casali, João Alberto Moreno,
Gustavo Gutierrez e o professor Ernane.
- Pela tradição do saber e a popularização da ciência, são todos professores e pesquisadores, revela.

Ao Majestoso Jatobá

Irmã Mônica inclui em seu livro o poema que fala do majestoso Jatobá, que ganhou nomes como  burandã, jutaí, farinheira, jutaí-bravo, jutaí peba.
- Ele é todo medicinal, a madeira é boa. Uma pena que está acabando e a gente não valoriza, conta.
No livro, o leitor vai encontrar os princípios para uma boa saúde, o proceder saudável, o saber selecionar as energias daquilo que é ingerido, o cuidado com os lixos energéticos que absorvemos e que vai nos adoecendo, o saber cuidar da água, adequar as ervas às doenças mais comuns, as quantidades, a colheita e o preparo.
- Falamos da importância de saber sintetizar a homeopatia de uma maneira familiar e cientifica e ainda, a energização da terra para termos colheitas orgânicas, diz.
Irmã Mônica também apresenta algumas receitas de cereais como milho, sorgo e mandioca e ainda, como fazer o banco de sementes.
O livro pode ser adquirido no Casarão do Solar dos Sertões na Praça da Matriz, ou na Avenida Neco Delfino, Delfino Magalhães,  ao lado do Posto de Saúde.

Dicas da Irmã Mônica

- Em primeiro lugar, não devemos ser consumidores do descartável.
Se você não gosta das plantas, dê sementes para que alguém plante.
Aquilo que você não quer, não jogue nos rios, nos mananciais. Ninguém  é obrigado a engolir o nosso lixo. Aos bancários, médicos, professores e militares, que lidam com muita gente, aconselho que nunca dormam sem a argila na testa. Vai diminuir o stress. Façam duas horas de natação, corram a favor de si, apesar da correria da vida.
No mundo dos estressados, dos deprimidos, nunca fique com a energia da semana, descarregue sem bebidas, comendo qualquer coisa, nadem, joguem peteca, andem na grama molhada, vistam blusas de cores diferentes, o verde, o azul, o amarelo. Este é outro conselho da Irmã.
Para o futuro, Irmã Mônica sonha com o projeto da construção de um centro de tratamento natural para cuidar, sobretudo, dos camponeses, que para ela, muitas vezes não têm um lugar para cuidar da saúde, para repousar.
- Seria uma oportunidade de retomar a natureza ao seu redor, conta.




Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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