Perseguição política em Januária? Justiça reconhece demissão discriminatória de funcionária após quase 22 anos de trabalho

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Técnica de enfermagem foi dispensada após mudança na gestão de hospital; provas indicaram motivação relacionada a suposta ligação com a oposição política ao prefeito, e indenização foi fixada em R$ 15 mil Um caso envolvendo suspeitas de perseguição política em Januária, no Norte de Minas, chegou à Justiça do Trabalho e terminou com o reconhecimento de que a demissão de uma técnica de enfermagem teve caráter discriminatório. A profissional havia dedicado quase 22 anos de trabalho ao hospital antes de ser dispensada sem justa causa. A decisão foi divulgada na quinta-feira, 13 de agosto, pela Justiça do Trabalho. A Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG) manteve o entendimento da Vara do Trabalho de Januária de que as circunstâncias demonstraram motivação discriminatória relacionada à suposta vinculação política da trabalhadora com a oposição ao prefeito. O episódio ocorreu após uma mudança na gestão do hospital. Conforme as provas consideradas no processo, a...

São Francisco em lágrimas após menino de 1 ano morrer afogado em piscina no bairro Sagrada Família


Uma tragédia devastadora abalou moradores de São Francisco nesta quinta-feira (21). O pequeno Heitor Demetrio Ferreira, de apenas 1 ano e 11 meses, perdeu a vida após se afogar em uma piscina no bairro Sagrada Família, deixando familiares, vizinhos e toda a cidade mergulhados em comoção e tristeza.

Segundo informações da Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento pelas ruas do bairro quando se deparou com uma cena desesperadora: pessoas agitadas pedindo ajuda enquanto uma testemunha tentava salvar a criança realizando os primeiros socorros no meio da rua.

Diante da gravidade da situação, os militares colocaram o menino imediatamente dentro da viatura e seguiram em alta velocidade para o Hospital Municipal Doutor Brício de Castro Dourado. Durante todo o trajeto, os policiais realizaram manobras de reanimação na tentativa angustiante de salvar a vida da criança.

Ao chegar à unidade hospitalar, médicos e enfermeiros continuaram os procedimentos de emergência, mas, apesar de todos os esforços, Heitor não resistiu.

De acordo com a PM, o menino estava na casa de uma tia no momento do acidente. A mulher relatou aos policiais que brincava de bola com Heitor e uma adolescente de 14 anos. Em determinado momento, deixou as crianças na sala assistindo televisão enquanto buscava materiais de limpeza em uma loja anexa à residência.

Poucos minutos depois, ao retornar, percebeu o silêncio e a ausência do menino. Desesperada, correu até a área da piscina e encontrou a criança boiando na água.

Em choque, ela retirou Heitor da piscina e saiu pelas ruas clamando por socorro, até encontrar a viatura da Polícia Militar que passava pelo local.

A cena causou forte abalo emocional na família. Ainda segundo a polícia, a tia da criança precisou receber atendimento médico devido ao estado de desespero. Ela assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e não foi conduzida à delegacia.

O corpo do pequeno Heitor foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Januária.

A morte precoce do menino gerou enorme repercussão em São Francisco e reacendeu o alerta sobre os perigos de acidentes domésticos envolvendo crianças pequenas e piscinas residenciais.

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