Fé, tradição e praça lotada: gestão de Amâncio Oliva abre Festejos do Senhor Bom Jesus com Padre Alessandro Campos

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Varzelândia viveu um fim de semana para ficar marcado em sua história. Os tradicionais Festejos do Senhor Bom Jesus 2026 reuniram fé, cultura, música e milhares de pessoas, reafirmando a força de uma celebração que atravessa gerações e ocupa lugar especial no coração dos varzelandenses. À frente da Prefeitura de Varzelândia, o prefeito Amâncio Oliva apostou em uma programação capaz de preservar a essência religiosa da festa e, ao mesmo tempo, oferecer grandes atrações ao público. E a abertura não poderia ter traduzido melhor essa proposta: o primeiro grande momento dos festejos ficou por conta de Padre Alessandro Campos, conhecido nacionalmente como o “Padre Sertanejo”. A apresentação transformou a praça em um verdadeiro encontro de fé. Famílias inteiras acompanharam o show, em uma noite marcada por emoção, orações, música e mãos erguidas. A presença de uma atração de projeção nacional logo na abertura demonstrou a dimensão que os Festejos do Senhor Bom Jesus alcançaram e o investiment...

Mais de R$ 1,3 milhão em 3 dias: festa milionária em Riacho dos Machados revolta moradores e levanta suspeitas sobre gastos da Prefeitura


Enquanto boa parte das pequenas cidades brasileiras enfrenta dificuldades na saúde, infraestrutura precária e reclamações constantes da população sobre serviços básicos, a pequena cidade de Riacho dos Machados, no Norte de Minas, resolveu abrir os cofres públicos para bancar uma festa milionária que já está dando o que falar em toda a região.

A tradicional Festa do Mês de Maio, realizada entre os dias 22, 23 e 24 de maio, se transformou em alvo de fortes críticas após vir à tona o valor astronômico gasto apenas com cachês de artistas: mais de R$ 1.305.000,00. E o número pode ser ainda maior, já que alguns contratos ainda não estavam disponíveis no Portal da Transparência até o momento em que esta reportagem foi escrita.

Os valores impressionam ainda mais quando se leva em consideração que o município não possui sequer 10 mil habitantes. Em apenas três dias de evento, a Prefeitura desembolsou cifras que muitas cidades utilizam durante meses para manter serviços essenciais funcionando.

Confira os cachês já identificados:
  • Banda Bonde do Forró — R$ 240 mil
  • Silvano Salles — R$ 300 mil
  • Alan e Alex — R$ 200 mil
  • Parangolé — R$ 170 mil
  • Tony Salles — R$ 250 mil
  • Pagod’art — R$ 145 mil
Somados, os valores chegam a R$ 1,305 milhão apenas em apresentações musicais. E isso sem incluir gastos com trio elétrico, palco, iluminação, sonorização, segurança, hospedagem, alimentação, estrutura e demais despesas do evento.

A situação tem provocado indignação e levantado questionamentos nas redes sociais e entre moradores da própria cidade. Muitos se perguntam como uma prefeitura de pequeno porte consegue investir milhões em festividades enquanto problemas estruturais seguem sendo alvo de reclamações constantes da população.

Moradores ouvidos pela reportagem afirmam que a cidade ainda enfrenta dificuldades em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura urbana e atendimento básico à população. Diante disso, cresce o questionamento: será que esse é realmente o momento ideal para gastos tão elevados com entretenimento?

A cobrança também chega diretamente ao prefeito Ricardo de Minga, que agora passa a ser alvo de críticas por parte da população e internautas. Em meio a tantos desafios enfrentados pelo município, muitos moradores perguntam se vale a pena gastar mais de R$ 1,3 milhão em apenas três dias de festa enquanto o povo ainda espera melhorias em setores básicos que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

Nos últimos meses, o Brasil inteiro tem acompanhado uma onda crescente de debates sobre gastos excessivos de prefeituras com shows e festas públicas. Embora eventos culturais sejam importantes para movimentar a economia e preservar tradições, especialistas vêm alertando sobre a necessidade de equilíbrio e responsabilidade na aplicação do dinheiro público.

Em Riacho dos Machados, a sensação de exagero tomou conta do debate popular. Para muitos moradores, a pergunta que ecoa nas ruas é simples: até onde vai o limite entre promover cultura e ostentar com dinheiro público?

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