Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Em Espinosa, BMW e jet-ski são apreendidos com grupo suspeito de aplicar golpes em idosos e analfabetos


Uma operação da Polícia Civil terminou com a apreensão de bens de luxo, como uma BMW e uma moto aquática, pertencentes a uma organização criminosa investigada por aplicar golpes financeiros em pessoas em situação de vulnerabilidade. A ação foi realizada nesta quinta-feira (17/7) em Espinosa, no Norte de Minas Gerais, e marcou a segunda fase da operação Vox Vacua.

Além do carro de luxo e do jet-ski com carretinha, os policiais também apreenderam dois caminhões — um deles localizado em uma pedreira no município de Urandi, na Bahia —, uma motocicleta, documentos, contratos, dados bancários e dispositivos eletrônicos. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados judiciais de sequestro de bens.

Conforme a Polícia Civil, os suspeitos usavam uma estrutura sofisticada e segmentada para cometer os crimes, com núcleos operacionais, jurídicos e logísticos. O grupo é investigado por estelionato majorado, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, associação criminosa e litigância predatória.

Segundo a corporação, as vítimas eram principalmente idosos, pessoas analfabetas e com deficiência. Os criminosos se valiam de empresas de fachada, escritórios que se apresentavam como assessorias jurídicas, plataformas tecnológicas e procurações adulteradas para aplicar os golpes.

“Estamos lidando com uma organização que opera com alto grau de sofisticação e frieza. Usavam conhecimento jurídico e recursos tecnológicos para enganar pessoas em situação de extrema vulnerabilidade”, afirmou o delegado Eujécio Coutrim, responsável pela operação. “Essa segunda fase da operação visa estrangular o fluxo financeiro da organização e aprofundar a responsabilização criminal dos envolvidos.”

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