Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Advogado de Monte Azul é alvo de representação do MP por participação em atos no Distrito Federal

Silvio de Melo Rocha

(Por g1 Grande Minas) O Ministério Público de Minas Gerais protocolou uma representação disciplinar na Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Minas Gerais (OAB-MG), para investigar a participação de um advogado de Monte Azul, no Norte de Minas, nos atos ocorridos no dia oito de janeiro, em Brasília.

De acordo com a representação, a participação do advogado foi reproduzida nas redes sociais e em veículos de comunicação. Além disso, segundo a Promotoria de Justiça do MP, foram recebidas dezenas de denúncias de cidadãos, que encaminharam vídeos divulgados pelo próprio advogado.

Conforme narra o documento, em um dos vídeos, o advogado, que é presidente do diretório municipal do Partido Liberal (PL) em Monte Azul, mostra o momento da invasão a um dos edifícios oficiais, afirmando que as instituições de Brasília tinham sido tomadas e faz menção ao início de uma guerra. Em outra gravação, conforme interpretação do MP, ele conclama uma intervenção militar pelas Forças Armadas, para auxiliar os participantes.

Na representação assinada pelo promotor de Justiça, Gabriel Carvalho Marambaia, foram dois pedidos direcionados ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-MG: a instauração de Processo Disciplinar, e a aplicação da sanção correspondente à infração cometida. "Vale ressaltar, o alto grau de reprovabilidade da conduta do representado em razão da profissão que ocupa, que deve zelar pela preservação das instituições democráticas, além de ocupar cargo de direção em agremiação partidária municipal", afirmou o promotor de Justiça em nota divulgada à imprensa.

Em contato com a OAB de Monte Azul, a presidência disse que na segunda (23) vai apurar a representação. Posteriormente, remeterá o documento ao Conselho Seccional de Minas Gerais.

Nem o Ministério Público, nem a OAB local, citou o nome do advogado nas publicações oficiais divulgadas à imprensa, mas, o g1 apurou se tratar do advogado criminalista Silvio de Melo Rocha. Por telefone, o g1 entrou em contato com ele, que confirmou que esteve nos atos em Brasília, mas negou que tenha participado dos atos de vandalismo.

“Em princípio, a manifestação é legítima e assegurada pela Constituição Federal. Realmente, eu participei da manifestação, estive no acampamento, e do acampamento nós fizemos a caminhada até a Praça da Esplanada, depois, eu me dirigi à Câmara dos deputados. Lá [Câmara] já estava tudo quebrado quando nós chegamos. O nosso grupo não participou de quebradeira nenhuma, até porque já estava tudo depredado. Eu não entrei em nenhum prédio dos três poderes. Tanto é que tem um vídeo meu do lado externo, tem fotos minhas, várias publicações minhas, mas do lado externo”, afirmou.

Sobre a frase que o advogado disse em um vídeo divulgado na rede social: “Começou a guerra: Congresso, STF, toda Brasília está invadida. Brasília é nossa de novo e viva o Brasil”, Silvio de Melo alegou que “estava apenas narrando aos colegas do grupo sobre como estava o local. Eu não falei nós invadimos o congresso. Citei guerra devido ao cenário como o local estava. E quando disse: ‘-Brasília é nossa’, eu me referia ao fato de sermos brasileiros. Eu repudio esses atos de depredação”, finalizou ratificando que ele mesmo vai montar sua defesa.

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