Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Estudante de Paracatu-MG é o primeiro brasileiro negro a se formar em Harvard College



O estudante Arthur de Oliveira Abrantes, 25 anos, natural de Paracatu Minas Gerais, foi o primeiro brasileiro negro a se formar em Harvard College, uma faculdade de graduação da Universidade de Harvard, localizada em Cambridge, Massachusetts nos Estados Unidos da América (EUA).

Arthur estudou em escolas públicas a vida inteira, do primário até formar no ensino médio, tendo passado por instituições públicas municipais, onde fez o fundamental I, estadual onde fez o fundamental II, e o ensino médio no Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).

O jovem, que se formou em computação, contou em entrevista para os Estudantes NINJA sobre sua conquista.

“É uma alegria estar se formando, especialmente numa universidade como Harvard. Acho que eu descobri essa possibilidade de fazer faculdade nos Estados Unidos depois que eu vi alguém com um contexto parecido com o meu, ele foi lá e passou. Eu vi que era possível a partir daí. Foi assim que eu decidi tentar também.”

Antes de terminar o ensino médio, Arthur prestou vestibular para diversas universidades pelo mundo. “No final do ensino médio, eu fiz esse processo conhecido como ‘Application’, e passei em algumas universidades, inclusive em Harvard, mas não tenho parentes nos Estados Unidos, meus pais moram no Brasil. Fiquei lá 6 anos estudando com bolsa na faculdade, uma bolsa por necessidade financeira. Eles dão todo o dinheiro que precisa para estudar lá, eu não tive que pagar nada”, pontuou.

Após ter sua aprovação conquistada na graduação, Arthur criou um perfil no Instagram @faculdade.nos.eua, para ajudar e inspirar outros estudantes a também estudarem em outros países.

“Fiz o perfil com o objetivo de alcançar outras pessoas, inspirar pessoas a tentarem essa possibilidade. Mesmo que a pessoa não tente nos Estados Unidos ela pode tentar no Brasil. Tem grandes diferenças para algumas pessoas no Brasil, até de onde também vim, [que faz uma pessoa] não pensar em fazer faculdade ou até mesmo não tentar. Estudar fora as vezes parece uma coisa muito fora da realidade, mas, às vezes, se você vê alguém que já fez, você pode usar como inspiração, foi o que aconteceu comigo.”

Arthur contou que a experiência de estudar EUA foi importante para ele e que pretende permanecer lá.

“Quando você faz faculdade nos Estados Unidos você pode ficar aqui trabalhando com o visto de trabalho. Eu optei por ficar aqui por enquanto, vou trabalhar em uma startup de tecnologia fazendo engenharia de software para eles, programando.”

Apesar de ser o primeiro brasileiro a se formar, ele pontuou que Harvard é bastante diversa.

“Vários negros em Harvard; americanos; da África e tal. É uma faculdade bem diversa para falar a verdade. Acho que foi um dos lugares mais diversos que eu já fui. Tem gente de todos os países do mundo, de todos os religiões, raças. Tinha norte-americano; negro; branco; asiático; tinha cristão; judeu: muçulmano; é uma faculdade bem diversa. Pra mim, apesar de ser o primeiro do Brasil, não teve nenhuma dificuldade, nenhum desconforto. É um lugar bem inclusivo”, finalizou.

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