Possível massacre em Porteirinha é anunciado por meio de mensagens via redes sociais e envolveria escola da cidade



(Reportagem: Rádio Liberdade 87,9 FM de Porteirinha-MG) Uma série de publicações, com informações sobre um suposto massacre na Escola Estadual Miguel José da Cunha, em Porteirinha, no norte de Minas, assustou os funcionários, alunos e pais nesta segunda-feira (27).

A ameaça de atentado aos funcionários da instituição começou a circular nesta segunda-feira em grupos do WhatsApp, após ser compartilhada por um “perfil falso” nas redes sociais. Nas publicações o perfil postou: “Massacre na Escola Miguel José da Cunha, Porteirinha.” e entre parênteses destacou: “Objetivo: Executar todos os funcionários da escola.”, escreveu o autor da mensagem.

O Capitão Guilherme Rodrigues, comandante da Polícia Militar, disse que assim que tomou conhecimento dos fatos, uma equipe policial do 51º BPM (Porteirinha), foi mobilizada para oferecer o apoio necessário aos educandários, além disso, outros policiais estão atuando de forma intensificada na área escolar. O caso foi registrado na delegacia local. Os trabalhos de inteligência foram iniciados, visando a identificação do autor das ameaças.

Ainda segundo o capitão, após realizar contato com a instituição, foi informado pela direção da escola, que os professores continuam lecionando normalmente, mas que os pais dos estudantes estão preocupados com a situação. Muitos receberam as reproduções das mensagens com as ameaças pelos grupos de WhatsApp.

Em nota, divulgada nesta quarta-feira (29), a diretora Maria José da Silveira Dias, esclarece que foi feita a identificação do autor das mensagens veiculadas nas redes sociais, e que em parceria com a PM foram tomadas as medidas necessárias cabíveis.

É importante lembrar que ao contrário do que muitos pensam, a internet não é terra sem lei. Os crimes cometidos através do ambiente virtual, também são puníveis, visto que estes podem, muitas vezes, causar mais danos as vítimas, devido à sua rápida propagação. Neste tipo de crime, o autor se apropria de uma falsa sensação de impunidade, achando que nunca será encontrado, mas a internet possui inúmeros mecanismos de segurança, que facilitam a identificação do infrator.

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